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As Seleções e os Vinhos

A Copa do Mundo está com os dias contados para começar e esse ano, o evento é ainda mais especial. Se a maioria dos brasileiros já gosta de um bom futebol, imagina quando o maior evento do mundo desse esporte está sendo sediado pelo Brasil, a paixão aumenta mais ainda! No total, 32 seleções virão até o nosso país para decidir qual delas é a melhor em campo, mas essa é uma ótima oportunidade para falar sobre a seleção dos vinhos.

A Itália e seus vinhos diversificados

Os italianos estão entre os que vêm disputar a Copa do Mundo. Ainda não sabemos exatamente como será seu desempenho em campo, mas quando se trata de vinhos, a variedade desse país é tão grande, que é praticamente impossível conhecer todas as opções. No nordeste do país, os vinhos brancos se destacam, sobretudo o Ribolla e o Verduzzo. Já os vinhos tintos se concentram mais no noroeste, é o caso do Barolo e Barbaresco, que são indicados para todos os paladares, não apenas aos entusiastas de vinhos. A região sul da Itália está entrando agora no universo vinícola, mas já se destaca, especialmente quando se trata dos vinhos sicilianos, como o Nero d’Avola, com um toque aroma de amoreira.

Argentina e os vinhos produzidos na região da Patagônia

Esse local do extremo sul argentino não está isento da produção vinícola, muito pelo contrário! Na Patagônia, são produzidos vinhos com grande variedade, mas principalmente os Pinot Noir. A pureza do próprio ambiente é uma das condições que facilita o cultivo das uvas para a produção do vinho na Patagônia, sobretudo na região do Alto Valle de Río Negro, um dos mais ricos da Argentina. Nesse local, a produção dos vinhos brancos é a que mais se sobressai.

Portugal e os vinhos do Alentejo

Os vinhos do Alentejo são reconhecidos internacionalmente por sua alta qualidade, sendo produzidos em uma região vinícola com mais de 20 mil hectares, em que o clima favorece o cultivo de uvas perfeitas para a fabricação de vinhos. Isso tudo é uma tradição que foi deixada pelo império romano por volta do ano 30 a.C. Os vinhos produzidos no Alentejo, em sua maioria, são tintos e bem fortes, por isso, costumam agradar o paladar de quem já está mais acostumado com essa bebida. Os brancos são mais suaves e recebem aromas de outras frutas também. Os principais vinhos tintos são o Corropio e Grand Noir, enquanto os brancos de destaque são o Alvarinho e Arinto.

Brasil e os vinhos do Vale do Vinhedo

O Brasil também se destaca na produção vinícola. O Vale do Vinhedo, no Rio Grande do Sul, é um verdadeiro roteiro cultural para os amantes da bebida, que recebeu muitas influências da imigração italiana. A vinícola de Bento Gonçalves é uma das que mais se destaca no vale, mas todos os vinhos produzidos nessa região são certificados por sua procedência e qualidade. Quem vai até o Vale do Vinhedo pode visitar as vinícolas e apreciar os vinhos produzidos.

Vinho faz bem aos rins

Vinho serve para uma porção de coisas: prolonga a juventudedeixa o casamento (e a vidamais feliz. Mas isso tudo a gente já tinha contado por aqui. Agora a ciência veio com outra novidade:vinho faz bem aos rins.

É o que garante um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Colorado-Denver. Eles analisaram a saúde de quase 6 mil indivíduos e o consumo de vinho de cada um. Pouco mais de 1 mil dos participantes tinham uma doença crônica nos rins.

E eles concluíram que o consumo moderado de vinho mantem os rins saudáveis e protege o coração. Segundo a pesquisa, entre as pessoas que tomam pelo menos uma taça por dia, aprevalência de doenças crônicas nos rins era 37% menor do que entre os que não tomam nada da bebida. Os fãs de vinho também diminuíam em 29% os riscos de ter problemas cardíacos.

Mas antes de você sair por aí bebendo todo o vinho do mundo não se esqueça: os benefícios só valem para o consumo MODERADO.

Fonte: Superinteressante

O Consumo de Vinhos no Brasil

O Brasil, ao contrário de muitos países europeus ou até mesmo sul-americanos, não possui o hábito de beber vinho.

Os motivos são vários: falta de conhecimento, “elitização” da bebida (ou seja, o vinho normalmente é associado a classes altas e todos pensam que possui valores inacessíveis, o que não é verdade) e, por último, a falta de produtos nacionais com qualidade mais elaborada (mesmo apesar de existirem boas opções brasileiras).

A tendência, no entanto, é que essa situação comece a mudar. Os vinhos brasileiros são feitos basicamente de uvas de espécies americanas, com sabor muito marcante e – principalmente – frutado. Esse é um sabor que afasta quem experimenta a bebida pela primeira vez, fazendo com que não voltem a degustá-la. No entanto, muitos produtores brasileiros estão investindo em outras espécies de uva, muitas vezes com sabor não tão acentuado e mais agradável ao paladar.

Apenas para ter ideia de como o mercado é novo no país, as produtoras nacionais de vinho possuem em média de 30 a 40 anos de existência. Quase toda produção está concentrada no Rio Grande do Sul. Estima-se que, de cada 10 vinhos brasileiros, nove deles foram feitos nesse estado.

Esse é outro indício de que há possibilidade de expansão para o mercado. Outros estados estão investindo em vinícolas, o que aumentará a oferta e contribuirá para diminuir o preço. Com uma carta de vinhos nacionais maior e mais acessível, o brasileiro poderá ingressar no mundo da enologia.

Por fim, alguns dados para comprovar o que explicamos acima. No início da década de 1990, eram produzidos no Brasil mais de treze milhões de litros de vinho. Dez anos depois, esse volume saltou para mais de cinquenta milhões, ou seja, um aumento superior a 300%.

A dificuldade, no entanto, não é apenas inserir o vinho na lista de bebidas, criando o hábito de consumo. O problema maior é concorrer com outra bebida alcoólica, muito tradicional no país, a cerveja. Um brasileiro médio consome 50 litros de cerveja, contra apenas um litro e meio de vinho. Este é um dado que demonstra uma grande diferença, mas que também revela que o mercado está aberto para uma expansão dos vinhos, que se concretizará, possivelmente, dentro de dois a seis anos.

Evento: Seminário Chilean Wine Ambassador 2014

Quer se tornar o embaixador e a embaixatriz dos vinhos chilenos no Brasil?

Durante os dias 1º e 02 de abril, acontecerá em São Paulo o Seminário Chilean Wine

Ambassador. Fruto da parceria da Terruares, importadora de vinhos de alto conceito e organizadora de feiras e seminários exclusivos, com a Top Winemakers, o evento dirige-se aos profissionais e apreciadores do vinho chileno, com palestras e degustações de vinhos top do Chile. Ao final do evento, será escolhido o embaixador e a embaixatriz do vinho chileno no Brasil, que viajarão ao Chile para conhecer vários vales e seus vinhos IN LOCO.

O seminário oferece uma verdadeira oportunidade para saber mais sobre esse incrível país, sua diversidade de estilos, terroirs, sabores, climas e riquezas vitivinícolas, uma viagem para aprender, sentir e degustar o Chile. Seu conceito é apresentar um Chile unido, integrado, um país com novas propostas de vinhos; mostrar sua riqueza por meio da diversidade de vales e estilos enológicos.

Palestrantes Oficiais: Pablo Morandé, Mario Geisse, Felipe Uribe, Renán Cancino, Marcelo Pino, Rafael Prieto, Juan Agustín Rodriguez e Ariel Pérez.

Durante os dois dias, haverá apresentação de 13 Vales do Chile e degustação de 60 vinhos chilenos, representando cada zona vitivinícola, Abaixo Alguns dos vinos que serão degustados.

Os participantes terão oportunidade de conhecer vinhos chilenos, além de prospectar negócios com novas vinícolas e projetos para o Brasil. cada participante receberá um CD com o curso completo, 6 taças, um diploma de participação e um PIN com logo do Chilean Wine Local do seminário: Clube Atletico São Paulo (SPAC) – Sede Higienópolis

Rua Visconde de Ouro Preto, 119 – Higienópolis
Horário: das 9h às 18h

Inscrições, condições e valores:
Valor do investimento: R$ 1.200,00 (parcelado em até 6 vezes no cartão de crédito, depósito em conta ou boleto bancário).

Informações e vendas:
vendas@terruares.com com Cristóbal Pérez Navarro
(11 98799-1796)

Feira de Vinhos
A partir das 18h30, acontecerá no mesmo espaço uma feira com degustação de mais de 60 vinhos chilenos brancos, tintos e espumantes, de no mínimo 10 importadoras.

Valor de investimento: R$ 120,00*
Horário: das 18h30 às 22h.

* Os participantes do Seminário Chilean Wine Ambassador terão acesso liberado à feira.