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Vinho pode melhorar fluência em línguas estrangeiras

Um estudo publicado pelo Journal of Pharmacology afirma que beber uma pequena quantidade de álcool pode melhorar a fluência em línguas estrangeiras.

A pesquisa, realizada por um grupo de cientistas do Reino Unido, Alemanha e Holanda, recrutou 50 falantes nativos de alemão da Universidade de Maastricht. Cada participante aprendeu a ler, escrever e falar em holandês, e passou por um exame para demonstrar seu aprendizado.

Eles foram convidados a realizar uma conversa gravada de dois minutos em holandês com um entrevistador. Antes do bate-papo, metade recebeu um pouco de água para beber, enquanto os outros receberam vinho. Após a conversa, os participantes classificaram suas próprias performances com base no vocabulário, pronúncia, escolha de palavras, compreensão, fluência e qualidade geral.

Após a conclusão dos testes, as conversas foram avaliadas por falantes nativos e aqueles que consumiram álcool foram significativamente melhores do que o grupo de controle, especialmente quando se tratava de pronúncia.

Os autores do estudo especulam que as propriedades de redução da tensão do álcool podem ajudar a aliviar a ansiedade da fala, associada a sentimentos de desconforto e apreensão ao aprender ou usar outra língua. Curioso, não?

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Pesquisa vai investigar como a rolha envelhece

Um grupo de pesquisadores da UC Davis, nos Estados Unidos, planejou um estudo que deve durar 100 anos para descobrir como a rolha de cortiça muda com o passar dos anos na garrafa.

“Basicamente, passa por uma rolha de cortiça natural um miligrama de oxigênio por ano. Um miligrama de oxigênio não parece muito, mas ele quebra 4 mg de sulfitos. A adição comum de sulfitos no engarrafamento para proteger o vinho da oxidação geralmente é de cerca de 20-25 mg/litro. Se a cada ano 1 mg de oxigênio entra e quebra 4 mg de sulfitos, após cinco ou seis anos, o vinho já não tem proteção contra a oxidação. Se você olhar para isso, você pode pensar que dentro de 20 anos o vinho pode ser destruído pela oxidação. Mas isso não é o que vemos acontecer”, argumentou o professor de viticultura e enologia, Andy Waterhouse.

Segundo Waterhouse, é possível que as rolhas sofram uma mudança celular para reduzir gradualmente o fluxo de oxigênio para zero ou perto disso. Para testar a teoria, a UC Davis está usando meio barril de Cabernet Sauvignon premium, que ficará “parado” por um século. “Engarrafamos vinho suficiente para testar três garrafas a cada período pré-determinado”, declarou.

O primeiro conjunto de três garrafas será aberto em dois anos. Os vinhos serão avaliados em relação à oxidação e ao nível de sulfitos restantes – e, claro, as rolhas também serão testadas. Os testes serão repetidos de cinco em cinco anos.

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Cientistas usam vinho para tratar doenças do coração

Cientistas da Universidade da Louisiana descobriram que é possível aproveitar o poder dos antioxidantes encontrados no vinho tinto para tratar pacientes com doenças cardíacas.

Durante o tratamento, muitas vezes um pequeno stent (tubo) é inserido no coração para garantir que o vaso sanguíneo permaneça aberto e permita o fluxo de sangue. O problema é que os stents comerciais podem liberar agentes tóxicos e atrapalhar o processo de cura.

A nova invenção dos cientistas é um stent que libera os antioxidantes do vinho lentamente na corrente sanguínea. “A liberação desses antioxidantes (resveratrol e quercetina) pode evitar que haja um acúmulo de excesso de tecido e que o vaso sanguíneo se estreite novamente. Isso inibe a coagulação e uma possível inflamação”, explica o professor Tammy Dugas.

Interessante, não?

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Acredite se quiser: som das borbulhas revela qualidade do espumante

Você sabia que o som das borbulhas do espumante pode revelar a qualidade da bebida? É o que garante um estudo realizado pela Universidade do Texas e publicado no Science Daily.  Segundo os pesquisadores, o número e o tamanho das bolhas são indicadores de qualidade: enquanto as pequenas e abundantes são um bom sinal, as grandes e menos frequentes mostram que o espumante não é tão bom quanto se imaginava.

A equipe mediu a acústica das bebidas usando um hidrófono, instrumento usado para gravar sons debaixo d’água. “As bolhas são muito ressonantes. Elas soam como sinos e a frequência desse som depende, em parte, do tamanho das bolhas”, explica Kyle S. Spratt, um dos autores do estudo.

Eles também descobriram que a taça impacta nos resultados. “A taça também é um objeto ressonante, então nosso desafio foi garantir que as características do vidro não prejudicariam as medições”, revela Spratt.

A equipe está satisfeita com as descobertas.  Spratt acredita que podem ser úteis em testes de garantia de qualidade de espumantes e outras bebidas carbonatadas. Também há a possibilidade de que a medição do som possa sinalizar falhas ou problemas que não são detectáveis apenas pelo gosto.

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Vinícola da Califórnia oferece wine tour para cães

Você é do tipo que leva seu cachorro para onde for? Então, vai adorar essa notícia: na Califórnia, é possível visitar uma vinícola, a Calistoga Ranch, na companhia do seu melhor amigo.

A vinícola, que possui 157 hectares e um lago particular, oferece um passeio de três noites criado especialmente para o animal.

As atividades incluem até uma “caçada ao bacalhau defumado”! Além da brincadeira, é possível fazer trilhas ao lado do cão e até mesmo se divertir em uma festa temática.

O que achou da novidade?

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Pirulito de vinho? Empresa americana aposta em novidade

Mais uma novidade para quem ama vinhos: a empresa Lollyphile, sediada em Austin, no Texas, lançou um pirulito inspirado na bebida.

Os consumidores podem escolher entre os sabores Cabernet Sauvignon, Merlot e Chardonnay. A receita é feita a partir de uma combinação de sabores naturais e artificiais e não leva qualquer traço de vinho e nem álcool – ou seja, liberado para a criançada!

No site da empresa, um pacote com quatro pirulitos é vendido por US$ 8. Há também outros sabores, como negroni e absinto.

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Sabe qual a cidade que mais bebe vinho no mundo? A gente te conta!

Uma pesquisa realizada pela escola de administração francesa INSEEC desvendou o que muitos amantes de vinho têm curiosidade de saber: qual a cidade que mais ingere a bebida no mundo?

A campeã foi Paris, com 697 milhões de garrafas consumidas anualmente!

Confira a lista completa:

(Posição – Milhões de garrafa/ano – Litros per capita/ano)

  1. Paris (França) – 697 – 51,7
  2. Buenos Aires (Argentina) – 457 – 32,2
  3. Ruhr (Alemanha) – 385 – 28,5
  4. Londres (Reino Unido) – 369 – 24,7
  5. Nova York (Estados Unidos) – 308 – 12,1
  6. Milão (Itália) – 301 – 38,9
  7. Los Angeles (Estados Unidos) – 241 – 12,1
  8. Nápoles (Itália) – 188 – 38,9
  9. Madri (Espanha) – 181 – 25,2
  10. Roma (Itália) – 177 – 38,9

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Marca produz espumantes para grávidas

Uma marca de vinhos criada especialmente para grávidas? Ela existe e se chama 9Months!

O nome, “9 meses”, em português, faz referência ao tempo gestacional das mulheres. Sua criadora, a consultora de vinhos Carrie Marvin, afirma que a marca foi pensada em si mesma e em todas as mulheres grávidas impossibilitadas de beber durante a gestação.

Método de produção

A 9Months produz espumantes não alcoólicos a partir de uvas viníferas australianas. O suco das uvas recém-colhidas é coletado e refrigerado a 0°C para evitar a fermentação. Em seguida, é filtrado e pasteurizado dentro da garrafa. Interessante, não?

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Aprenda a harmonizar vinhos com a sua pizza preferida

Muito se fala sobre harmonizar vinhos com carnes, peixes e massas, mas você já parou pra pensar que seu sabor preferido de pizza também pede uma combinação específica? Para ajudá-lo nessa missão, selecionamos os sabores mais pedidos nas pizzarias e indicamos seu par perfeito, confira!

– Pizza de calabresa ou pepperoni + Cabernet Sauvignon

Embutidos, como calabresa e pepperoni, são bem salgados e condimentados. Eles pedem vinhos de sabor intenso, mais frutado e com taninos marcantes – portanto, nada melhor que um belo Cabernet Sauvignon! A de peperoni também combina com vinhos produzidos com a uva Riesling, ácida e de sabor discretamente adocicado.

– Pizza de mussarela + Merlot ou Chardonnay

Esse queijo é gorduroso e salgado, por isso vale a pena investir em vinhos mais leves, com alta acidez e poucos taninos. Se forem macios, melhor ainda. Entre os tintos, vá de Merlot; se preferir os brancos, escolha um Chardonnay.

– Pizza Marguerita + Sangiovese

Os vinhos produzidos com a uva Sangiovese, como os bons Chianti, são os melhores parceiros para essa pizza. Os taninos discretos, seu toque frutado e sua acidez contrastam com a gordura do queijo e acompanham as notas frutadas do tomate e heráceas do manjericão.

– Pizza de atum + vinho rosé

O atum tem um sabor forte e não é um peixe leve como os demais. A dica aqui é apostar em um rosé, não tão leve quanto um branco, mas também não tão pesado quanto um tinto. Na medida!

– Pizza de quatro queijos + Pinot Noir, Barbera ou espumante

Esqueça os taninos, eles estragariam essa intensa e harmoniosa combinação de queijos. Opte por vinhos mais ácidos, como Pinot Noirs e Barberas. Outra boa dica são espumantes, já que suas borbulhas  limpam o paladar como nenhum outro vinho. Escolha espumantes produzidos com Chardonnay e se surpreenda com o sabor dessa harmonização!

– Pizza de rúcula com tomate seco + Sauvignon Blanc

É uma pizza bem leve, que se destaca pelos toques herbáceos. A melhor opção é um Sauvignon Blanc, que é discretamente ácido e que não vai competir com o sabor da sua fatia. Pizzas de outros vegetais, como de abobrinha, também ficam uma delícia com esse vinho!

– Pizza Portuguesa + Jerez

Uma das mais difíceis de harmonizar devido à grande quantidade de ingredientes. Um dos únicos vinhos capazes de harmonizar ovo, e que ainda vai conversar bem com o presunto, é o Jerez, bem seco, ácido e com notas minerais, salinas e amendoadas. Um Merlot também pode cair bem.

– Pizza de frango com catupiry + vinho rosé ou Pinot Noir

O vinho escolhido deve aguentar a gordura e corpo do queijo e a delicadeza do frango. Opte  por vinhos rosés ou Pinot Noir – ambos possuem corpo leve e discreta acidez.

– Pizza de cogumelos + Carménère

Para destacar o sabor de cogumelos frescos, como o shimeji, o shitake, e até mesmo o champignon, nada melhor que um vinho terroso, como o Carménère.

– Pizza Baiana + Gewürztraminer

Para pizzas apimentadas, experimente vinhos produzidos com a uva branca Gewürztraminer. Vinhos da uva Syrah, que possuem leves notas frutadas e frescas em seu aroma e paladar, também vão bem.

– Pizzas doces

Pizzas doces pedem vinhos também mais doces, então a dica é harmonizar com um vinho de sobremesa, um vinho do Porto ou os espumantes Moscatel ou Asti.

E aí, gostou das dicas? Então, escolha sua pizza favorita e bom apetite!

Batalha do Vinho, a festa que vem atraindo cada vez mais turistas

Já ouviu falar da Batalha do Vinho? O evento acontece todo dia 29 de junho, na montanha de Haro, na região espanhola de Rioja, e faz parte de um dos mais importantes festivais espanhóis, a Festa do Vinho.

A história da batalha é a seguinte: no século XIII, o povo de Haro começou a demarcar suas terras para separá-las de seus vizinhos de Miranda de Ebro. Quatrocentos anos depois, a demarcação foi quebrada e as pessoas de cada povoado começaram a atirar vinho umas nas outras para celebrar (ou não) o acontecimento. O ato se tornou uma tradição e, em 1965, ganhou o nome de “Batalha do vinho”.

Um pouco antes das sete da manhã, os participantes se vestem de branco, colocam um lenço vermelho no pescoço e sobem a montanha. Durante o caminho até o topo, um pouco de vinho já começa a ser jogado. Às dez, a batalha começa. Produtores ficam posicionados em furgões, oferecendo os vinhos e, com pistolas de água, baldes, jarras, garrafas e mangueiras, todos são liberados a jogar a bebida nos demais. A batalha só acaba ao acabarem os estoques! Depois, todos voltam à cidade e a festa continua na praça central.

Demais, né? A festa tem ganhado tanta visibilidade que, de uns tempos pra cá, grupos de turistas têm planejado viagens à Espanha especialmente para participar. Fica a dica! 🙂