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Cabernet Sauvignon: o vinho inesquecível

Quando se fala em vinho, ele é o mais popular e tradicional do mundo. Duvida? Pergunte pra qualquer pessoa qual o primeiro nome de vinho tinto que lhe vem à cabeça, a resposta em 99% dos casos será: Cabernet Sauvignon.


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Um pouco de história

A uva Cabernet tornou- se um padrão mundial presente em praticamente todos os países produtores do planeta: da Inglaterra à Alemanha e Áustria; do Canadá à China e Japão; do Peru e Venezuela ao Zimbábue; do Brasil à Turquia, Marrocos, Grécia, Israel e Líbano; da Moldávia e Hungria à Romênia e Bulgária. Sem falar de França, EUA, Chile, Austrália, Itália, Portugal, Argentina, Espanha, Uruguai, África do Sul, Nova Zelândia.

Mas afinal, por que ela é tão famosa? Deliciosa, ela é fácil de cultivar, adaptável, resistente a muitas pragas e ainda por cima capaz de fazer sucesso sozinha ou nas combinações mais famosas e elegantes do mundo. E assim, ganhou o título de “rainha das uvas tintas”.

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Original da região de Bordeaux, na França, a Cabernet Sauvignon é o resultado do cruzamento de duas outras uvas. A primeira, denominada Cabernet Franc, normalmente apresenta aromas herbáceos e refrescantes. A segunda, Sauvignon Blanc, gera vinhos refrescantes com aromas minerais, vegetais e toques frutados.

resultado dessa combinação são frutos pequenos e escuros, com pouca poupa e pele grossa, conferindo a cor escura da bebida. Seu aroma típico lembra amoras, cerejas, ameixas, cassis, menta e eucalipto.

E então, o que esperar de um vinho Cabernet Sauvignon?

Como a uva tem taninos fortes, se dá muito bem com barris e, por isso, é muito usada em vinhos produzidos para guarda. Os famosos Bordeaux, que tem a Cabernet Sauvignon como base costumam ter longo tempo de guarda.Isso dá ao vinho um sabor mais amadeirado, próximo a baunilha e pimenta.

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Costumam ser vinhos bem encorpados, com sabores marcantes e persistentes.

Quer curtir um bom Cabernet no feriadão? Junte os amigos! 

A opção mais certeira é a carne vermelha. E não precisa ter medo, pode ser uma carne vermelha com sabores fortes, assadas e bem temperadas. Se for ao molho, prefira os vermelhos e isso também vale para as massas. Aliás, um molho à bolonhesa com Cabernet Sauvigon não tem erro! Hmmm!

Se a sua opção for acompanhar queijos, lembre-se mais uma vez da palavra “forte”, e prefira aqueles curados e com sabores bem acentuados. 

Enfim, o Cabernet promete – e é! um vinho inesquecível e uma escolha especial. 

Aproveite, e tin-tin!


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Você conhece o vinho verde?

Não é verde. Mas é único no mundo. 

Leveza, baixa graduação alcoólica, frescor, algumas borbulhas e boa acidez são as características que tornaram o Vinho Verde um dos mais conhecidos de Portugal. E se você ainda não provou de nenhuma garrafa com o famoso selinho… não sabe o que está perdendo! 

Um vinho naturalmente leve e fresco, produzido na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, no noroeste de Portugal – ou seja, leva esse nome simplesmente pela denominação de origem.

Sucesso na década de 70 e até hoje considerado sinônimo de vinho português, ele pode ser branco, tinto, rosé, ou espumante. 

Então, por que chamar de Vinho Verde

Até hoje,  existem várias respostas pra essa pergunta. A versão dita oficial, usada por muitos anos, dizia respeito à origem do nome em decorrência à cor predominante na paisagem da região portuguesa do Minho – a região onde se produz esses vinhos. Reza a lenda que o local verde e fresco teria inspirado o nome da bebida. Será?

Há quem diga que o nome se deve à acidez presente no vinho, que lembra o sabor apreciado com uvas verdes. Outros garantem que o frescor e a juventude com que o vinho deve ser bebido dão origem ao nome. Não entendeu? Verde é o contrário de maduro, ou seja…

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Leve, fresco, jovem e deliciosamente aromático, o Vinho Verde adequa-se a todos os tipos de ocasião. Que tal curtir o calor do nosso verão com um desses? Perfeito! Com pratos leves, carnes brancas e frutos do mar? Com certeza! Ou ainda, Vinho Verde branco como aperitivo? Sensacional! 

As características e o baixo nível de teor alcoólico te permite beber mais. Afinal, essa sim é uma vantagem: mais sabor e mais vinho! Porque vinho tem que ser assim: de todo tipo, sem preconceitos e cheio de boas surpresas!

Tin-tin!

Vinho sem frescura: você não precisa de mil taças!

Quando começamos a beber e apreciar o vinho, surge a dúvida muito comum: qual a taça certa?

Isso nunca deve ser um impedimento para você tomar o seu vinho ou começar a entrar nesse universo tão amplo e gostoso, mas, acredite ou não: existe um porquê.

Assim como existe uma enorme diversidade de vinhos no mundo, existe uma variedade de taças no mercado. E calma, você não precisa ter todas elas!

Do mesmo jeito que alguns tipos de roupa ajudam a valorizar o corpo, para tirarmos o melhor proveito de uma garrafa de vinho, existe a taça ideal.

Os modelos de taça que você tem que ter em casa são os adequados para os vinhos que você gosta de beber! 

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A primeira dica – e essa é a de ouro! –  é ter uma taça “coringa”. Procure pela taça ISO (International Standards Organization): uma taça desenvolvida para degustações técnicas e que serve para qualquer vinho.

Depois, é legal que você tenha quatro modelos básicos: uma taça para brancos, duas para os diferentes tipos tintos (Bordeaux: a mais comum e Borgonha: aquela mais “gordinha”) e uma para espumantes.

Achou frescura demais? A gente explica de um jeito fácil e com exemplos:

– Bordeaux:

As taças Bordeaux foram feitas para abrigar vinhos mais encorpados e ricos em tanino. Elas possuem o bojo grande, mas têm a borda mais fechada para evitar a dispersão de aromas, concentrando- os. É indicada para Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Syrah, Tannat, entre outras uvas.

– Borgonha:

Os vinhos da Borgonha são mais complexos e concentrados, produzidos principalmente com a uva Pinot Noir. Portanto, as taças são em formato balão (ou seja, com bojo maior do que as Bordeaux) para que haja mais contato com o ar, o que permite que o buquê se libere mais rapidamente. Este recipiente foi feito para que o vinho explore muito o nariz. Além da Pinot Noir, também é ideal para que sejam apreciados vinhos Rioja tradicional, Barbera Barricato, Amarone, Nebbiolo etc.

– Para vinhos brancos:

As taças têm corpo menor do que as para vinho tinto por dois motivos. Primeiro, o vinho branco precisa ser consumido em temperaturas mais baixas e, portanto, em um recipiente menor, que permita menos trocas de calor com o ambiente. Segundo, porque precisa que sejam realçadas as notas de frutas. A aba estreita entrega o fluxo do vinho com equilíbrio entre doçura e acidez, crucial para os brancos.

– Para espumantes e/ou champagnes

Para um champagne ou um espumante, a taça adequada é a que chamamos de flûte, ou flauta. Ela serve para que possam ser apreciadas as borbulhas, ou perlage. Quanto mais bojo tiver a taça, melhor, pois se for reta demais no sentido longitudinal não irá realçar os aromas.

E para os rosés? Os vinhos rosés possuem os taninos dos tintos, mas os aromas dos brancos. Por esse motivo, a taça costuma ser menor que a dos brancos, mas com bojo maior. Se não tiver uma taça específica para rosés (poucas marcas possuem), pode usar uma para vinho branco.

Um guia mais completo, na ilustração abaixo:

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Essa é a forma mais simples de você ter a taça ideal sempre que precisar. São as taças que seriam o “pretinho básico” do seu armário! Descubra seus vinhos prediletos e aproveite!


Para ver um guia completo, clique aqui.

Uvas desconhecidas e vinhos fascinantes

Quando começamos a nos aventurar no mundo dos vinhos, é natural que se busque as uvas mais famosas e aclamadas.  Muita gente está acostumada a conhecer os vinhos por nomes como: Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, Syrah, Malbec, Nebbiolo, Chardonnay, Sauvignon Blanc e até Carménère.

E claro, todas essas em suas características, são maravilhosas e dignas de uma experiência única.

Mas, e se a garrafa do seu Syrah trouxesse um corte com as uvas Picpoul Noir e Grenache Noir?

Existem desconhecidas castas que produzem vinhos muito especiais e alguns até excepcionais. Esqueça aquela história de que, para beber um grande vinho, é necessário que ele seja produzido a partir de uma uva “famosa”.

Existem com certeza mais de mil variedades de uvas viníferas pelo mundo, e muitas delas são autóctones, ou seja, nativas e cultivadas apenas num determinado local. É importante lembrar que uma mesma variedade de uva, plantada em locais de clima e solo diferentes, produz vinhos com características distintas. O que só pode ser vantajoso pra quem experimenta todos eles, não é?

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Se você busca um vinho original e único – e na maioria das vezes com bom preço – procure por uvas autóctones e surpreenda-se!

O blend Syrah, Picpoul Noir e Grenache Noir ali de cima, foi uma dessas gratas surpresas. Um rosé caprichado, frutado e muito leve, servido resfriado, que com certeza pode fazer parte do seu fim de semana, de um jantar especial, de uma reunião simples e divertida.

O bom é garimpar e comparar, na taça! Tin-tin!

Vinho sem frescura: com churrasco

Experimente chegar naquele churrasco com os amigos, levando uma garrafa de vinho. A primeira coisa que você provavelmente ouvirá é: “Churrasco combina mesmo é com cerveja gelada!”.

Ok. Poucas coisas soam tão brasileiras do que a combinação cerveja e churrasco, e até com aquela caipirinha pra acompanhar… mas não se engane: vinho combina e MUITO com churrasco! A experiência costuma ser surpreendente.

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Comece com um frisante leve, gelado… aquele vinho que serve como um verdadeiro aperitivo.

Nos acompanhamentos:

Frango: carnes brancas leves, mas com um pouco de gordura, pedem vinhos aromáticos e com acidez equilibrada, como um Sauvignon Blanc.

Linguiça: Em seu ponto ideal, a linguiça é super suculenta e tem certa gordura. Que tal um amigável Espumante Rosé Brut?

Em via de regra, sal e tanino são duas coisas que não combinam (chegam, inclusive, a brigar na boca), portanto, quanto mais salgada a carne, menos tanino deve ter o vinho e vice -versa. Se gordurosa, será bem-vindo um vinho com maior acidez e taninos.

Por exemplo: quando preparada da maneira correta, a picanha, carne que dificilmente falta num churrasco, é bastante macia, fibrosa e ainda tem uma capinha de gordura, na qual é envolvida (hmmmm!). Para segurar tudo isso? Experimente os taninos e acidez de um Malbec. 

Já fibrosa e macia, porém sem muita gordura, a fraldinha é uma carne que não exige tanto corpo de um vinho. Um vinho igualmente macio, fácil e com taninos redondos? Merlot!

“Está fazendo calor, como vou beber vinho?” Essa é simples, não é? Refresque-o! Não tenha medo de deixar seu tinto fresquinho pra essa harmonização, que com todo certeza, será uma agradável experiência.

Carne na brasa, vinho na taça e bom churrasco!

 

Champagne ou espumante?

Você não precisa esperar alguma comemoração ou data especial para beber nenhuma das opções… afinal, nós já falamos aqui: vinho não é frescura e você pode – e deve! – consumir quando sentir vontade!

Nem precisa arrumar uma desculpa, viu? Essas fantásticas bebidas borbulhantes, são simplesmente deliciosas, refrescantes e deixam qualquer ocasião mais animada.

Todo champagne é um espumante, mas nem todo espumante é um champagne.

Chamamos de espumante os vinhos com gás carbônico, adquirido durante o processo de fermentação. Nele, a levedura transforma o açúcar em álcool e gás carbônico – esse último dá origem às borbulhas, chamadas de perlage.

O champagne também é um espumante, porém é específico da região de Champagne, na França, e deve ser elaborado seguindo algumas regras como composição de uvas e método.

Isso significa que fora de Champagne existem apenas espumantes, elaborados com o mesmo método ou não, produzidos em diversos países e através de diferentes processos, como o Champenoise (ou Tradicional), Charmat e Asti.

O Champagne Real

Em 1927, Champagne ganhou o título de AOC – Appellation d’Origine Contrôlée (Denominação de Origem Controlada).

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Cena do filme Maria Antonieta de Sophia Coppola (regado à muito champagne!)

Isto significa que, apenas os vinhos feitos de uvas – Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay – cultivadas dentro desta região delimitada e respeitando rigorosos métodos de produção, podem usar o nome champagne.

Mais alguém ficou com sede? Tin-tin!

 

 

Os 6 maiores erros de quem começa a beber vinho

É muito comum cometer alguns erros quando começamos a beber vinho. Afinal, é uma bebida única, repleta de características. 

Você escolhe o vinho e se prepara para receber os amigos… mas pode não estar aproveitando tudo o que o vinho tem a oferecer.

Evitando alguns erros comuns, a experiência pode se tornar ainda mais prazerosa!

Alguns erros comuns:

1. Sacudir o espumante para remover a rolha

Quem nunca fez isso no revéillon que atire a primeira rolha!

Por mais divertido que seja ouvir o estouro e arremessar a rolha longe, esta não é uma forma adequada de abrir a garrafa de espumante, por alguns motivos:

  • Parte da bebida é perdida, pois transborda ao balançar a garrafa;
  • O tão apreciado gás e as borbulhas se perdem.

A garrafa deve ser aberta devagar, segurando firmemente a rolha com uma mão e a girando a base da garrafa com a outra.

2. Não comprar vinho com tampa de rosca

Muitos acreditam que os vinhos com tampas de rosca são produtos de menor qualidade e optam por garrafas fechadas à rolha.

Mas poucos sabem que as tampas de rosca são extremamente eficientes para o fechamento da garrafa – dificultando a entrada do oxigênio e garantindo que os vinhos (principalmente os mais delicados) permaneçam frescos e bem preservados por mais tempo. E com os mesmos objetivos das tampas de rosca são utilizadas as rolhas de materiais sintéticos.

Já as rolhas de cortiça são indicadas para vedar as garrafas de vinhos nobres e de guarda, pois com o passar dos anos, permitem uma entrada mínima de oxigênio no recipiente, assegurando o envelhecimento do vinho a longo prazo.

Portanto, se você costuma comprar vinhos jovens, de safras mais recentes e os consome dentro de poucos meses, tanto faz escolher vinhos fechados com tampas de rosca, rolhas de cortiça ou sintética.

3. Abrir a garrafa para deixar o vinho respirar

O contato com o ar acelera o processo de oxidação dos vinhos.

E para alguns deles, a exposição ao oxigênio durante um determinado período de tempo pode ser benéfica, fazendo com que o processo de ‘envelhecimento’ da bebida seja acelerado, despertando então as suas melhores qualidades.

Porém, abrir a garrafa e deixá-la aberta não é a melhor maneira de oxigenar o vinho.

Em um decanter ou até mesmo em uma taça, a superfície do líquido que fica exposta ao ar é maior do que dentro da garrafa.

Resumindo, se não tivermos um decanter, basta servir o vinho e deixá-lo ‘respirar’ na taça pelo tempo que for adequado.

4. Colocar gelo no vinho

A elaboração de um vinho consiste em diversas etapas que são realizadas com muito cuidado e carinho pelos profissionais envolvidos.

Existe um trabalho árduo para se obter a concentração ideal da bebida, além de paciência, para que, em muitos casos, o vinho repouse nas caves dos produtores durante meses – ou até anos – para que o produto final atinja o resultado pretendido pelo enólogo.

Colocar gelo nada mais é do que misturar água na bebida, perdendo todo o seu caráter, concentração, equilíbrio, aromas, entre outras características.

Sirva o vinho na temperatura correta e aproveite tudo o que ele tem para lhe oferecer. Se você considerar o vinho quente, resfrie-o colocando na geladeira ou a garrafa dentro de um balde com gelo. Nunca coloque gelo dentro do seu vinho.

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5. Não servir o vinho em taças adequadas

Cada um dos tipos de vinho tem suas taças adequadas de serviço.

Em um mundo perfeito, deveríamos ter, por exemplo, uma taça para rosés, outra para brancos, uma para Bordeaux, outra para Borgonha, e assim por diante.

Mas ter uma taça para cada tipo de vinho pode sair caro e, em muitos casos, desnecessário.

Então podemos simplificar e ter, pelo menos, uma taça para vinhos tranquilos (brancos, rosés e tintos) e outra para os vinhos espumantes.

Dê preferência às taças de cristal em vez de vidro, pois contém pequenos poros que quebram as moléculas do vinho quando são girados, liberando com mais facilidade seus aromas.

6. Beber sempre o mesmo vinho

Às vezes passamos um bom tempo em busca de um vinho que nos agrade e, quando o encontramos, ficamos presos a ele por medo de errar em futuras escolhas.

Um vinho tinto é fantástico mas, tente também, um espumante, rosé ou um vinho de sobremesa. Saia um pouquinho do Cabernet Sauvignon e Malbec e prove um Sangiovese, Tempranillo ou Zinfandel.

Você vai se impressionar com tanta coisa boa que vai encontrar. Experimente!

Vinho sem frescura: beba quando quiser!

Se você ainda tem aquele conceito de que pra beber vinho é preciso estar de “terno e gravata” ao som de música refinada… saiba que você está muito enganado (e perdendo tempo!).

No Brasil, ainda temos essa falsa impressão de “frescura” ao beber e gostar de vinho. O motivo nós não sabemos, mas queremos desmistificar essa ideia! Acredite, dá sim pra beber vinho em qualquer lugar, vestindo o que você quiser e claro, ouvido seu tipo preferido de música.

Mas afinal, por que as festas e as alegrias de um fim de semana são sempre reservados para cervejas? Pura característica cultural. Na França, por exemplo, é muito comum servirem vinho em todas as refeições da família – lugar fácil para se viver, não é?

Consumir vinhos é um prazer, não importa a ocasião, o motivo, tipo, país de origem, embalagem e preço. Saiba descobrir, até no mais humilde dos vinhos, suas virtudes, suas particularidades. O preço não pode ser uma desculpa para deixar a bebida de lado.

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Simplifique o ato de beber vinho

Beba vinho na hora que quiser, na taça que tiver, com ou sem motivo.

Alguma vez experimentou num dia quente, um bom vinho branco servido fresquinho, como substituto de uma eventual cerveja? Esta é uma dica de ouro que pode mudar – e muito! – sua opinião sobre o verão.

 

Valorize o ato especial de “apreciar um vinho”

Saber apreciar vinhos exige um mínimo de investimento pessoal, como tempo, dedicação e interesse. Não é frescura! Quanto mais se bebe vinho, quanto mais se “treina” o paladar, mais você se apaixona por esse mundo.

E quando perceber, comprar vinho e servir aos amigos e família, será mais um ato comum dos seus fins de semana.

Tin-tin!