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Beber vinho pode prevenir depressão

Boa notícia para os amantes de vinho: um estudo realizado por cientistas espanhóis e publicado pela revista BMC Medicine apontou que o consumo de vinho pode estar relacionado a menores taxas de depressão.

Os pesquisadores colheram dados de 5.505 homens e mulheres e descobriram que o consumo entre duas e sete taças da bebida por semana diminuiria as chances de desenvolver a doença em 32%. A explicação estaria relacionada à presença de resveratrol, substância dotada de propriedades neuroprotetoras.

Mas lembre-se: para ser saudável, o consumo deve ser moderado! 🙂

Além do velho copo de boteco: os tipos de copo pra cerveja

Taça, tulipa, cálice, tumbler, weizen, caldereta. Tem mais opções do que parece!

Sim! Muito além do copo de boteco, hoje em dia, os copos de cerveja são parte essencial da degustação.  Na Bélgica, país com grande tradição pela cultura cervejeira, cada cerveja tem seu copo específico.

E claro, essa paixão também é muito brazuca! Por isso, cada vez mais, nós brasileiros também queremos cervejas melhores e experiências inesquecíveis.

Mas será que aquele nosso copo tradicional, de 200 ml não serve pra qualquer cerveja? Depende.

Os copos que tem um design diferente do comum tem o seu porquê. Algumas cervejas são mais leves e menos aromáticas e podem ter bastante espuma, para esse tipo podem usar um copo com corpo mais alongado e estreito.

Já as cervejas mais encorpadas e aromáticas, precisam de copos mais bojudos e curtos. Então, além da função visual, os copos são responsáveis pelo aroma que vai encantar você enquanto bebe uma boa cerveja.

Veja o guia:

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Existem muitos outros modelos bacanas e a cada dia as cervejarias lançam novos copos, até mesmo como forma de marketing.

A verdade absoluta, claro, é a de sempre: o que vale MESMO é a experiência. Ninguém “precisa” de um copo especial, certo?  Mas, vale a tentativa, com toda certeza!

E se você é fã de cerveja, não pode perder nossa 17ª Degustação Beer Night! Clique AQUI e saiba mais!

Vinho sem frescura: você não precisa de mil taças!

Quando começamos a beber e apreciar o vinho, surge a dúvida muito comum: qual a taça certa?

Isso nunca deve ser um impedimento para você tomar o seu vinho ou começar a entrar nesse universo tão amplo e gostoso, mas, acredite ou não: existe um porquê.

Assim como existe uma enorme diversidade de vinhos no mundo, existe uma variedade de taças no mercado. E calma, você não precisa ter todas elas!

Do mesmo jeito que alguns tipos de roupa ajudam a valorizar o corpo, para tirarmos o melhor proveito de uma garrafa de vinho, existe a taça ideal.

Os modelos de taça que você tem que ter em casa são os adequados para os vinhos que você gosta de beber! 

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A primeira dica – e essa é a de ouro! –  é ter uma taça “coringa”. Procure pela taça ISO (International Standards Organization): uma taça desenvolvida para degustações técnicas e que serve para qualquer vinho.

Depois, é legal que você tenha quatro modelos básicos: uma taça para brancos, duas para os diferentes tipos tintos (Bordeaux: a mais comum e Borgonha: aquela mais “gordinha”) e uma para espumantes.

Achou frescura demais? A gente explica de um jeito fácil e com exemplos:

– Bordeaux:

As taças Bordeaux foram feitas para abrigar vinhos mais encorpados e ricos em tanino. Elas possuem o bojo grande, mas têm a borda mais fechada para evitar a dispersão de aromas, concentrando- os. É indicada para Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Syrah, Tannat, entre outras uvas.

– Borgonha:

Os vinhos da Borgonha são mais complexos e concentrados, produzidos principalmente com a uva Pinot Noir. Portanto, as taças são em formato balão (ou seja, com bojo maior do que as Bordeaux) para que haja mais contato com o ar, o que permite que o buquê se libere mais rapidamente. Este recipiente foi feito para que o vinho explore muito o nariz. Além da Pinot Noir, também é ideal para que sejam apreciados vinhos Rioja tradicional, Barbera Barricato, Amarone, Nebbiolo etc.

– Para vinhos brancos:

As taças têm corpo menor do que as para vinho tinto por dois motivos. Primeiro, o vinho branco precisa ser consumido em temperaturas mais baixas e, portanto, em um recipiente menor, que permita menos trocas de calor com o ambiente. Segundo, porque precisa que sejam realçadas as notas de frutas. A aba estreita entrega o fluxo do vinho com equilíbrio entre doçura e acidez, crucial para os brancos.

– Para espumantes e/ou champagnes

Para um champagne ou um espumante, a taça adequada é a que chamamos de flûte, ou flauta. Ela serve para que possam ser apreciadas as borbulhas, ou perlage. Quanto mais bojo tiver a taça, melhor, pois se for reta demais no sentido longitudinal não irá realçar os aromas.

E para os rosés? Os vinhos rosés possuem os taninos dos tintos, mas os aromas dos brancos. Por esse motivo, a taça costuma ser menor que a dos brancos, mas com bojo maior. Se não tiver uma taça específica para rosés (poucas marcas possuem), pode usar uma para vinho branco.

Um guia mais completo, na ilustração abaixo:

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Essa é a forma mais simples de você ter a taça ideal sempre que precisar. São as taças que seriam o “pretinho básico” do seu armário! Descubra seus vinhos prediletos e aproveite!


Para ver um guia completo, clique aqui.