Arquivo da tag: rosé

7 receitas deliciosas para harmonizar com vinho rosé

Tortilla com camarão

Ingredientes

  • 400 g de camarão cru descascado e limpo
  • 2 dentes de alho descascados e finamente fatiados
  • 1 colher (chá) de pimenta malagueta em flocos
  • 2 peras-abacate descascadas, sem caroço e cortadas em cubos
  • 4 cebolinhas cortadas em rodelas finas
  • 10 rabanetes cortados em quartos
  • 10 tomates-cereja cortados ao meio
  • Suco de 1 limão
  • 2 alfaces pequenas cortadas
  • 1 ramo pequeno de coentro picado
  • 4 tortilhas de farinha de milho
  • Sal, azeita e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Em uma taça, junte os camarões, os flocos de malagueta, alho, sal, pimenta e um fio de azeite. Misture e reserve. Em outra taça, inclua as peras-abacate, a cebolinha, os rabanetes e os tomates-cereja. Misture bem e tempere com sal, pimenta e metade do suco de limão. Adicione as alfaces e o coentro picado e misture. Aqueça um fio de azeite em uma frigideira, frite os camarões por cerca de 2 minutos de cada lado (ou até estarem cozidos), regue com o restante do suco de limão e mexa. Em uma frigideira limpa, toste as tortilhas de cada lado até começarem a dourar. Divida a salada entre as tortilhas e cubra-as com o camarão.

Espaguete de camarão

Ingredientes

  • 4 camarões
  • 2 dentes de alho
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
  • 1/2 copo (100 ml) de vinho rosé
  • 30 g de espaguete nº8 italiano grano duro
  • 1 tomate picado sem pele

Modo de preparo

Refogue o camarão com alho, azeite e o vinho rosé. Reserve o camarão e o caldo formado. Cozinhe o espaguete por oito minutos e reserve. Refogue o tomate picado no caldo do camarão até ficar bem cozido. Junte a massa e o camarão e sirva.

Bacalhau à Brás

Ingredientes

  • 3 postas de bacalhau
  • 1 kg de batata
  • 2 cebolas
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
  • 2 dentes de alho
  • 1 ramo de salsa
  • 6 ovos
  • Sal e pimenta a gosto
  • Óleo para fritar

Modo de preparo

Cozinhe o bacalhau durante cinco minutos em água fervente e deixe esfriar. Retire a pele e as espinhas e desfie-o. Corte a batata no formato de batata palha, frite e reserve. Descasque e corte a cebola em rodelas, refogando-a no azeite juntamente com o alho picado. Acrescente o bacalhau desfiado e mexa bem. Junte as batatas fritas e tempere com sal, pimenta e salsa picada. Bata bem os ovos e junte-os ao preparado. Mexa seguidamente até eles cozerem.

Risoto de camarão e mascarpone com alho poró crocante

Ingredientes

  • 250 g de arroz arbóreo
  • 50 g de cebola picada
  • 200 g de camarões frescos limpos sem cabeça
  • 80 ml de vinho branco seco ou prosseco
  • 120g de alho poró
  • 30 g de farinha de trigo
  • 80 g de mascarpone
  • 60 g de grana padano
  • 70 ml de azeite de oliva extravirgem
  • 30 g de manteiga gelada
  • 500 ml de caldo de legumes ou de peixe
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Corte o alho poró em tiras bem finas e passe-as na farinha de trigo. Aqueça o óleo a 150 graus, adicione o alho poró e frite cuidadosamente para que não escureça e reserve. Aqueça o caldo de legumes ou de peixe e deixe reservado. Em outra panela, adicione a cebola e 20 ml de azeite. Refogue até ficar ligeiramente transparente, adicione o arroz e refogue-o por alguns segundos em fogo médio/alto, tomando cuidado para que não escureça. Adicione o vinho até que evapore totalmente. Acrescente o caldo até cobrir ligeiramente o arroz, um pouco de sal e de pimenta. Mexa constantemente com uma colher para que o amido do arroz seja liberado com mais facilidade. Após 10 a 12 minutos de cozimento observe o ponto do arroz. Em uma frigideira, salteie os camarões com um fio de azeite, sal e pimenta. Adicione o arroz. Quando o arroz estiver a um minuto antes do ponto de cozimento desejado, desligue o fogo e adicione o mascarpone, o grana padano, 60 ml de azeite e a manteiga gelada e misture até homogeneizar por completo. Coloque em pratos fundos e acrescente o alho poró crocante.

Ravióli de espinafre com ricota

Ingredientes

Massa:

  • 6 ovos
  • 800 g de farinha de trigo

Recheio:

  • 300 g de ricota
  • 30 g de salsa
  • 30 ml de azeite de oliva extravirgem
  • 1 dente de alho amassado
  • Sal a gosto

Molho:

  • 1 litro de molho de tomate
  • 250 g de ricota
  • 1 maço de manjericão
  • 200 g de cebola
  • 100 ml de azeite de oliva extravirgem
  • Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

Massa: peneire 600 gramas de farinha de trigo e abra um buraco para colocar os ovos. Misture até obter uma massa homogênea (trabalhe a mistura pressionando com a palma da mão). Guarde em papel filme na geladeira por 50 minutos. Abra a massa em folhas finas, polvilhando com o restante da farinha para não grudar. Coloque uma colher (chá) de recheio e cubra com outra folha de massa. Corte da forma desejada e reserve.

Recheio: pique bem a salsa e misture todos os ingredientes. Não se esqueça de amassar bem.

Molho: em uma frigideira, doure a cebola no azeite e acrescente a ricota triturada. Acrescente o manjericão e deixe por dois minutos. Coloque o molho de tomate e deixe apurar por dez minutos. Tempere com sal e pimenta.

Bruschetta de camarão com tomates concassé

Ingredientes

  • 1 fatia de pão italiano
  • 4 camarões cinza
  • 2 tomates sem pele em cubos
  • 30 ml de azeite de oliva extravirgem
  • Cebolinha e alho picados a gosto

Modo de preparo

Higienize os camarões e refogue em 15 ml de azeite. Acrescente o alho picado, os tomates e a cebolinha. Monte a preparação na fatia de pão italiano levemente aquecido e finalize com o restante do azeite.

Massa com molho de berinjela

Ingredientes

  • 500 g de berinjela
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
  • 1 ½ colher (chá) de alho picado
  • 2 colheres (sopa) de salsa picada
  • 2 latas de tomate pelado com suco
  • 1 pimenta dedo de moça picada
  • Sal a gosto

Modo de preparo

Fatie as berinjelas e tempere-as com sal. Deixe-as sobre uma peneira por mais ou menos 30 minutos para tirar a acidez e o gosto amargo e seque-as com papel laminado. Prepare uma frigideira com óleo quente e frite-as até dourarem. Coloque-as sobre papel toalha para absorver o excesso de gordura. Coloque azeite em uma panela em fogo médio com a salsa, os tomates, a pimenta e o sal e mexa bem. Diminua o fogo e deixe cozinhar por cerca de vinte minutos. Adicione as fatias de berinjela fritas ao molho e cozinhe por mais três minutos adicionando sal e pimenta a gosto. Adicione o molho a qualquer massa de sua preferência!

 

Vinhos Malbec: uma boa ideia

O Malbec é, sem dúvida, um dos vinhos prediletos dos brasileiros. A uva que é originária da região sudoeste da França, se desenvolveu e ganhou notoriedade mundial, na Argentina.


Curiosidade: no final do século XX, na década de 90, ocorreu a grande revolução do vinho Malbec na Argentina, quando Nicolas Catena produziu o primeiro vinho 100% Malbec, maturado por 24 meses em carvalho francês.


Um dos diferenciais dos Malbecs Argentinos é a sua agradável textura na boca. Alguns especialistas explicam que, o cultivo da uva em altitudes mais elevadas, com grande variação de temperatura, aumenta a intensidade do sabor e dos aromas e faz com que o vinho argentino tenha uma textura mais aveludada e um sabor muito agradável.

É inclusive, uma boa pedida pra quem está começando a se aventurar no mundo dos vinhos. Costuma agradar a maioria dos paladares além de ser um vinho de fácil harmonização. Combina com carnes e molhos vermelhos,  queijos fortes e risottos. 

Ou seja, a desculpa perfeita pra preparar um churrasco com chimi-churri, um hambúrguer especial, ou uma reunião bem informal, com queijos . 

Com o fim do verão, os vinhos mais frescos, dão espaço aos tintos e marcantes. E o Malbec é com certeza, uma escolha à prova de erros. 

Conheça nossa seleção, clicando AQUI

Santo de casa faz milagre! 4 motivos pra beber vinho brasileiro

Por que damos tanto valor aos vinhos argentinos, franceses e italianos? Porque são deliciosos, claro! Mas, se engana quem pensa que no Brasil não temos excelentes rótulos, que disputam de perto o pódio dos melhores vinhos.

Listamos 4 motivos que podem te levar a apreciar cada vez mais, os vinhos brazucas. Vale a pena!

  1. Espumantes brasileiros estão entre os melhores do mundo!

Temos ótimos vinhos e com uma grande diversidade, mas os espumantes do Brasil merecem destaque especial (lembrando que espumante é um tipo de vinho). Já faz algum tempo que as nossas “borbulhas” vêm fazendo sucesso no Brasil e no exterior.

Uma das maiores especialistas de vinhos do mundo –  Jancis Robinson – já mencionou o quanto gostou e chamou sua atenção um espumante feito em Pinto Bandeira, interior do RS.

Além dela, diversos consumidores e especialistas vêm destacando nossos espumantes. Aqui mais uma vez, diversidade e preços dos produtos locais são imbatíveis. O espumante brasileiro é reconhecido internacionalmente!

2. Preço

Com certeza, um dos grandes diferenciais dos vinhos  nacionais. Se comparado com bons vinhos vindos do exterior, um produto de qualidade similar feito no Brasil vai ter um preço – na grande maioria das vezes – mais acessível.

Ponto importante a considerar aqui é que os vinhos vendidos no Brasil, tanto importados como nacionais, poderiam ter preços bem mais baixos, se não fossem as pesadas cargas tributárias.

vinhobrasil

3. Diversidade

Outra grande vantagem, além da qualidade e do preço, é que possuímos ótimos produtos de diversos tipos, seja tinto, branco, espumante  e até rosé. Sim, até rosé!

Vale a pena – se você é fã desse tipo de vinho – experimentar alguns rosés nacionais. Você irá se surpreender! Vinho brasileiro tem muita diversidade!

4. Vinhos Premiados

Nem todo mundo se importa com produtos premiados. Mas, num evento onde nossos vinhos disputam com vinhos do mundo todo, ele se destacou!

Recentemente uma Chardonnay produzida em Bento Gonçalves conquistou medalha de ouro em um concurso realizado na região de Borgonha, na França, concorrendo com vinhos da mesma uva. Se você não sabe, a Borgonha é reconhecida como o local onde se produzem os melhores vinhos com a Chardonnay no mundo. E o Brasil estava lá ficando entre os melhores do concurso.


Qualidade, diversidade, bom preço e a certeza que nossos vinhos são especiais. Agora você tem motivos de sobra pra escolher rótulos brazucas na próxima compra! Você não irá se arrepender!

Confira aqui, alguns dos nossos vinhos – nacionais e importados.

Vinho sem frescura: você não precisa de mil taças!

Quando começamos a beber e apreciar o vinho, surge a dúvida muito comum: qual a taça certa?

Isso nunca deve ser um impedimento para você tomar o seu vinho ou começar a entrar nesse universo tão amplo e gostoso, mas, acredite ou não: existe um porquê.

Assim como existe uma enorme diversidade de vinhos no mundo, existe uma variedade de taças no mercado. E calma, você não precisa ter todas elas!

Do mesmo jeito que alguns tipos de roupa ajudam a valorizar o corpo, para tirarmos o melhor proveito de uma garrafa de vinho, existe a taça ideal.

Os modelos de taça que você tem que ter em casa são os adequados para os vinhos que você gosta de beber! 

wine1

A primeira dica – e essa é a de ouro! –  é ter uma taça “coringa”. Procure pela taça ISO (International Standards Organization): uma taça desenvolvida para degustações técnicas e que serve para qualquer vinho.

Depois, é legal que você tenha quatro modelos básicos: uma taça para brancos, duas para os diferentes tipos tintos (Bordeaux: a mais comum e Borgonha: aquela mais “gordinha”) e uma para espumantes.

Achou frescura demais? A gente explica de um jeito fácil e com exemplos:

– Bordeaux:

As taças Bordeaux foram feitas para abrigar vinhos mais encorpados e ricos em tanino. Elas possuem o bojo grande, mas têm a borda mais fechada para evitar a dispersão de aromas, concentrando- os. É indicada para Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Syrah, Tannat, entre outras uvas.

– Borgonha:

Os vinhos da Borgonha são mais complexos e concentrados, produzidos principalmente com a uva Pinot Noir. Portanto, as taças são em formato balão (ou seja, com bojo maior do que as Bordeaux) para que haja mais contato com o ar, o que permite que o buquê se libere mais rapidamente. Este recipiente foi feito para que o vinho explore muito o nariz. Além da Pinot Noir, também é ideal para que sejam apreciados vinhos Rioja tradicional, Barbera Barricato, Amarone, Nebbiolo etc.

– Para vinhos brancos:

As taças têm corpo menor do que as para vinho tinto por dois motivos. Primeiro, o vinho branco precisa ser consumido em temperaturas mais baixas e, portanto, em um recipiente menor, que permita menos trocas de calor com o ambiente. Segundo, porque precisa que sejam realçadas as notas de frutas. A aba estreita entrega o fluxo do vinho com equilíbrio entre doçura e acidez, crucial para os brancos.

– Para espumantes e/ou champagnes

Para um champagne ou um espumante, a taça adequada é a que chamamos de flûte, ou flauta. Ela serve para que possam ser apreciadas as borbulhas, ou perlage. Quanto mais bojo tiver a taça, melhor, pois se for reta demais no sentido longitudinal não irá realçar os aromas.

E para os rosés? Os vinhos rosés possuem os taninos dos tintos, mas os aromas dos brancos. Por esse motivo, a taça costuma ser menor que a dos brancos, mas com bojo maior. Se não tiver uma taça específica para rosés (poucas marcas possuem), pode usar uma para vinho branco.

Um guia mais completo, na ilustração abaixo:

wineglasses

Essa é a forma mais simples de você ter a taça ideal sempre que precisar. São as taças que seriam o “pretinho básico” do seu armário! Descubra seus vinhos prediletos e aproveite!


Para ver um guia completo, clique aqui.

Uvas desconhecidas e vinhos fascinantes

Quando começamos a nos aventurar no mundo dos vinhos, é natural que se busque as uvas mais famosas e aclamadas.  Muita gente está acostumada a conhecer os vinhos por nomes como: Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, Syrah, Malbec, Nebbiolo, Chardonnay, Sauvignon Blanc e até Carménère.

E claro, todas essas em suas características, são maravilhosas e dignas de uma experiência única.

Mas, e se a garrafa do seu Syrah trouxesse um corte com as uvas Picpoul Noir e Grenache Noir?

Existem desconhecidas castas que produzem vinhos muito especiais e alguns até excepcionais. Esqueça aquela história de que, para beber um grande vinho, é necessário que ele seja produzido a partir de uma uva “famosa”.

Existem com certeza mais de mil variedades de uvas viníferas pelo mundo, e muitas delas são autóctones, ou seja, nativas e cultivadas apenas num determinado local. É importante lembrar que uma mesma variedade de uva, plantada em locais de clima e solo diferentes, produz vinhos com características distintas. O que só pode ser vantajoso pra quem experimenta todos eles, não é?

rosewine

Se você busca um vinho original e único – e na maioria das vezes com bom preço – procure por uvas autóctones e surpreenda-se!

O blend Syrah, Picpoul Noir e Grenache Noir ali de cima, foi uma dessas gratas surpresas. Um rosé caprichado, frutado e muito leve, servido resfriado, que com certeza pode fazer parte do seu fim de semana, de um jantar especial, de uma reunião simples e divertida.

O bom é garimpar e comparar, na taça! Tin-tin!

Pra curtir em casa: vinho com os amigos!

Não importa o dia da semana, receber os amigos em casa é sempre bom! Uma pizza feita pelo dono da casa, uns snacks servidos com cerveja, um jantar elaborado ou algo delivery… comer e beber é sempre a combinação perfeita!

Mas então, uma noite regada à vinhos e acompanhamentos  é coisa para entendedores, correto? Claro que não! Beber vinho nada mais é do que beber prestando mais atenção aos sabores e às sensações – e a harmonização perfeita é aquela que torna a experiência agradável ao paladar.

Estas são algumas dicas de como combinar a bebida com aperitivos, mas tenha em mente que o melhor resultado é você e seus amigos, sairem satisfeitos. Essas dicas são infalíveis, e vocês descobrirão quais são os petiscos preferidos da turma!

Pães

Um pão do tipo italiano e um vinho tinto são parceiros para toda a vida. Ainda dá para incluir nesse casamento um bom azeite. Aliás, pão e azeite são os melhores parceiros para os diversos tipos de vinhos, do espumante ao tinto, mas evite os mais adocicados.

Pão com frutas secas vai muito bem com espumante.

pao

Não deixe de experimentar os clássicos: baguete francesa, centeio e italiano. Mas não abra mão do seu tipo preferido, também!

E se for um sanduíche? A dica aqui é escolher o ingrediente mais marcante para harmonizar com o vinho (vale a dica do queijo ou embutido, por exemplo).

Queijos

Queijos e vinhos é uma combinação clássica e agrada paladares bem diferentes. O legal é servir pelo menos um de cada tipo:

  • queijo forte – exemplo: Roquefort, Gorgonzola
  • queijo forte de textura dura –  exemplo: Parmesão, Gran Padano, Gruyère
  • queijo firme de sabor suave – exemplo: Ementhal, Gouda, Reino
  • queijo cremoso suave – exemplo: Brie, Camembert, Saint Paulin

queijo

Queijos frescos, ficam ótimos com brancos jovens. Já os queijos mais
duros, como parmesão ou provolone, com brancos amadeirados ou tintos com bom corpo e acidez. Já queijos azuis, como
gorgonzola, acompanham bem um espumante. Mas claro, isso não é regra. O paladar é quem manda!

Experimente! Com certeza vale a pena!

Frios

Os embutidos são ótimos parceiros da tradicional tábua de queijos. Por causa da gordura, combinam muito bem com
vinhos brancos e espumantes, mas os vinhos tintos mais leves também vão bem com pastramis, salames e presuntos.

prosciutto

A dica de ouro aqui é: prosciutto crudo. O presunto italiano é garantia de sucesso!


Mais alguém terminou o post com fome?

Aposte nessas dicas e tenha em casa, uma noite deliciosa, sem frescura e em ótima companhia!

 

 

Os 6 maiores erros de quem começa a beber vinho

É muito comum cometer alguns erros quando começamos a beber vinho. Afinal, é uma bebida única, repleta de características. 

Você escolhe o vinho e se prepara para receber os amigos… mas pode não estar aproveitando tudo o que o vinho tem a oferecer.

Evitando alguns erros comuns, a experiência pode se tornar ainda mais prazerosa!

Alguns erros comuns:

1. Sacudir o espumante para remover a rolha

Quem nunca fez isso no revéillon que atire a primeira rolha!

Por mais divertido que seja ouvir o estouro e arremessar a rolha longe, esta não é uma forma adequada de abrir a garrafa de espumante, por alguns motivos:

  • Parte da bebida é perdida, pois transborda ao balançar a garrafa;
  • O tão apreciado gás e as borbulhas se perdem.

A garrafa deve ser aberta devagar, segurando firmemente a rolha com uma mão e a girando a base da garrafa com a outra.

2. Não comprar vinho com tampa de rosca

Muitos acreditam que os vinhos com tampas de rosca são produtos de menor qualidade e optam por garrafas fechadas à rolha.

Mas poucos sabem que as tampas de rosca são extremamente eficientes para o fechamento da garrafa – dificultando a entrada do oxigênio e garantindo que os vinhos (principalmente os mais delicados) permaneçam frescos e bem preservados por mais tempo. E com os mesmos objetivos das tampas de rosca são utilizadas as rolhas de materiais sintéticos.

Já as rolhas de cortiça são indicadas para vedar as garrafas de vinhos nobres e de guarda, pois com o passar dos anos, permitem uma entrada mínima de oxigênio no recipiente, assegurando o envelhecimento do vinho a longo prazo.

Portanto, se você costuma comprar vinhos jovens, de safras mais recentes e os consome dentro de poucos meses, tanto faz escolher vinhos fechados com tampas de rosca, rolhas de cortiça ou sintética.

3. Abrir a garrafa para deixar o vinho respirar

O contato com o ar acelera o processo de oxidação dos vinhos.

E para alguns deles, a exposição ao oxigênio durante um determinado período de tempo pode ser benéfica, fazendo com que o processo de ‘envelhecimento’ da bebida seja acelerado, despertando então as suas melhores qualidades.

Porém, abrir a garrafa e deixá-la aberta não é a melhor maneira de oxigenar o vinho.

Em um decanter ou até mesmo em uma taça, a superfície do líquido que fica exposta ao ar é maior do que dentro da garrafa.

Resumindo, se não tivermos um decanter, basta servir o vinho e deixá-lo ‘respirar’ na taça pelo tempo que for adequado.

4. Colocar gelo no vinho

A elaboração de um vinho consiste em diversas etapas que são realizadas com muito cuidado e carinho pelos profissionais envolvidos.

Existe um trabalho árduo para se obter a concentração ideal da bebida, além de paciência, para que, em muitos casos, o vinho repouse nas caves dos produtores durante meses – ou até anos – para que o produto final atinja o resultado pretendido pelo enólogo.

Colocar gelo nada mais é do que misturar água na bebida, perdendo todo o seu caráter, concentração, equilíbrio, aromas, entre outras características.

Sirva o vinho na temperatura correta e aproveite tudo o que ele tem para lhe oferecer. Se você considerar o vinho quente, resfrie-o colocando na geladeira ou a garrafa dentro de um balde com gelo. Nunca coloque gelo dentro do seu vinho.

taca

5. Não servir o vinho em taças adequadas

Cada um dos tipos de vinho tem suas taças adequadas de serviço.

Em um mundo perfeito, deveríamos ter, por exemplo, uma taça para rosés, outra para brancos, uma para Bordeaux, outra para Borgonha, e assim por diante.

Mas ter uma taça para cada tipo de vinho pode sair caro e, em muitos casos, desnecessário.

Então podemos simplificar e ter, pelo menos, uma taça para vinhos tranquilos (brancos, rosés e tintos) e outra para os vinhos espumantes.

Dê preferência às taças de cristal em vez de vidro, pois contém pequenos poros que quebram as moléculas do vinho quando são girados, liberando com mais facilidade seus aromas.

6. Beber sempre o mesmo vinho

Às vezes passamos um bom tempo em busca de um vinho que nos agrade e, quando o encontramos, ficamos presos a ele por medo de errar em futuras escolhas.

Um vinho tinto é fantástico mas, tente também, um espumante, rosé ou um vinho de sobremesa. Saia um pouquinho do Cabernet Sauvignon e Malbec e prove um Sangiovese, Tempranillo ou Zinfandel.

Você vai se impressionar com tanta coisa boa que vai encontrar. Experimente!

Vinho sem frescura: beba quando quiser!

Se você ainda tem aquele conceito de que pra beber vinho é preciso estar de “terno e gravata” ao som de música refinada… saiba que você está muito enganado (e perdendo tempo!).

No Brasil, ainda temos essa falsa impressão de “frescura” ao beber e gostar de vinho. O motivo nós não sabemos, mas queremos desmistificar essa ideia! Acredite, dá sim pra beber vinho em qualquer lugar, vestindo o que você quiser e claro, ouvido seu tipo preferido de música.

Mas afinal, por que as festas e as alegrias de um fim de semana são sempre reservados para cervejas? Pura característica cultural. Na França, por exemplo, é muito comum servirem vinho em todas as refeições da família – lugar fácil para se viver, não é?

Consumir vinhos é um prazer, não importa a ocasião, o motivo, tipo, país de origem, embalagem e preço. Saiba descobrir, até no mais humilde dos vinhos, suas virtudes, suas particularidades. O preço não pode ser uma desculpa para deixar a bebida de lado.

vinho2

Simplifique o ato de beber vinho

Beba vinho na hora que quiser, na taça que tiver, com ou sem motivo.

Alguma vez experimentou num dia quente, um bom vinho branco servido fresquinho, como substituto de uma eventual cerveja? Esta é uma dica de ouro que pode mudar – e muito! – sua opinião sobre o verão.

 

Valorize o ato especial de “apreciar um vinho”

Saber apreciar vinhos exige um mínimo de investimento pessoal, como tempo, dedicação e interesse. Não é frescura! Quanto mais se bebe vinho, quanto mais se “treina” o paladar, mais você se apaixona por esse mundo.

E quando perceber, comprar vinho e servir aos amigos e família, será mais um ato comum dos seus fins de semana.

Tin-tin!

Vinho rosé: é só pra mulher?

Vive La Diffèrence! Afinal, por que não dar uma chance ao vinho rosé?

Para gostar de vinho rosé, você deve entender que ele representa um estado de espírito, um estilo de vida. Talvez, por isso, ele tenha a fama de “vinho pra mulher”, mas… não é bem assim!

Parte do baixo consumo se deve a um pouco de preconceito, pois ainda é comum ouvir por aí que “vinho rosé é feito com vinho tinto misturado com vinho branco” ou “vinho rosé é um vinho mais simples”.

Essas duas afirmações não são verdadeiras (para nossa felicidade, é claro!). Todo vinho rosé é feito com uvas tintas. O que dá a cor ao vinho é o tempo que ele fica em contato com a casca. São vinhos jovens!

Um pouco de história: na milenar história do vinho, os vinhos claros sempre tomaram conta do cenário. Evidentemente, o termo rosé não era empregado, mas o aspecto lembrava muito essas cores rosadas, alaranjadas e as várias tonalidades assumidas pelo rosé. Além disso, era muito comum fermentarem juntas, uvas brancas e tintas.

O rosé que conhecemos hoje, nasceu na Provence (França) há, mais ou menos, 2.600 anos e são os vinhedos mais antigos da França.

É um vinho charmoso que apresenta os aromas dos tintos, de forma mais graciosa e sutil, como frutas vermelhas, groselha, alguns florais (violeta) e na boca, apresenta o frescor de um vinho branco. A cor pode variar entre o pérola e salmão, passando pelas várias tonalidades de rosa, até o rubi claro e tons alaranjados.

E adivinha? Não é um vinho caro e sim, é SEM frescura – como todo vinho, aliás!

Sabe o que combina com vinho rosé? O calor brasileiro! Se você ainda não teve chance de experimentar um bom vinho rosé, aproveite nosso clima e faça o teste!

rose2

Servido frio – entre 8° e 10°C – o rosé vai bem com aperitivos, queijos suaves, sanduíches, comida asiática, carne de porco, aves, massas com molhos suaves, saladas, salmão, atum, mariscos, frutos do mar, frutas e sobremesas.

Com certeza você descobri que o vinho rosé tem seu charme – o sabor é realmente delicioso! Claro, o que manda é o gosto pessoal, que cada um vai descobrir e cultivar com base na própria experiência.

Deixe o preconceito de lado e experimente! Com certeza, você não irá se arrepender! Tin-tin!