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Vinho pode estimular a criatividade, diz estudo

Segundo um estudo realizado pela Universidade de Graz, na Áustria, algumas taças de vinho são capazes de acabar com o temido “bloqueio de criatividade” que tanto nos incomoda quando precisamos solucionar um problema ou ter novas ideias.

Vinho x criatividade

Durante a pesquisa, o médico Mathias Benedek examinou 89 participantes. Um grupo deveria consumir vinho em quantidade moderada, enquanto o outro ficaria sóbrio. Em seguida, eles precisavam resolver tarefas que necessitavam de criatividade. Aqueles que consumiram a bebida solucionaram os desafios com mais agilidade.

Interessante, não?

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Vida amorosa pode afetar gosto por vinhos

Pesquisadores da Universidade de Wrocław, na Polônia, e de TU Dresden, na Alemanha, testaram as preferências de sabores e aromas de 100 casais cujos relacionamentos variavam entre três meses e 45 anos. Eles descobriram que quanto mais longo era o relacionamento, mais semelhantes eram suas preferências de gosto e de cheiro.

Relacionamento x preferências

Cada participante foi convidado a provar 38 amostras de aromas, que incluíam fragrâncias como eucalipto, butanol, toranja, carne defumada e caramelo. Os pesquisadores também dissolveram amostras de cada um dos cinco gostos básicos – doce, azedo, salgado, amargo e umami – e pulverizou as soluções na língua de cada um. Os participantes avaliaram cada amostra com notas de 1 (gosto muito) a 5 (não gosto nada).

Segundo os cientistas, é a primeira vez que um estudo explora as mudanças na percepção quimiosensorial relacionadas à duração do relacionamento. Essas preferências impactam diretamente na preferência por certos tipos de bebida, como o vinho.

A pesquisa foi publicada no jornal de ciência comportamental Appetite.

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Vinho pode melhorar fluência em línguas estrangeiras

Um estudo publicado pelo Journal of Pharmacology afirma que beber uma pequena quantidade de álcool pode melhorar a fluência em línguas estrangeiras.

A pesquisa, realizada por um grupo de cientistas do Reino Unido, Alemanha e Holanda, recrutou 50 falantes nativos de alemão da Universidade de Maastricht. Cada participante aprendeu a ler, escrever e falar em holandês, e passou por um exame para demonstrar seu aprendizado.

Eles foram convidados a realizar uma conversa gravada de dois minutos em holandês com um entrevistador. Antes do bate-papo, metade recebeu um pouco de água para beber, enquanto os outros receberam vinho. Após a conversa, os participantes classificaram suas próprias performances com base no vocabulário, pronúncia, escolha de palavras, compreensão, fluência e qualidade geral.

Após a conclusão dos testes, as conversas foram avaliadas por falantes nativos e aqueles que consumiram álcool foram significativamente melhores do que o grupo de controle, especialmente quando se tratava de pronúncia.

Os autores do estudo especulam que as propriedades de redução da tensão do álcool podem ajudar a aliviar a ansiedade da fala, associada a sentimentos de desconforto e apreensão ao aprender ou usar outra língua. Curioso, não?

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Pesquisa vai investigar como a rolha envelhece

Um grupo de pesquisadores da UC Davis, nos Estados Unidos, planejou um estudo que deve durar 100 anos para descobrir como a rolha de cortiça muda com o passar dos anos na garrafa.

“Basicamente, passa por uma rolha de cortiça natural um miligrama de oxigênio por ano. Um miligrama de oxigênio não parece muito, mas ele quebra 4 mg de sulfitos. A adição comum de sulfitos no engarrafamento para proteger o vinho da oxidação geralmente é de cerca de 20-25 mg/litro. Se a cada ano 1 mg de oxigênio entra e quebra 4 mg de sulfitos, após cinco ou seis anos, o vinho já não tem proteção contra a oxidação. Se você olhar para isso, você pode pensar que dentro de 20 anos o vinho pode ser destruído pela oxidação. Mas isso não é o que vemos acontecer”, argumentou o professor de viticultura e enologia, Andy Waterhouse.

Segundo Waterhouse, é possível que as rolhas sofram uma mudança celular para reduzir gradualmente o fluxo de oxigênio para zero ou perto disso. Para testar a teoria, a UC Davis está usando meio barril de Cabernet Sauvignon premium, que ficará “parado” por um século. “Engarrafamos vinho suficiente para testar três garrafas a cada período pré-determinado”, declarou.

O primeiro conjunto de três garrafas será aberto em dois anos. Os vinhos serão avaliados em relação à oxidação e ao nível de sulfitos restantes – e, claro, as rolhas também serão testadas. Os testes serão repetidos de cinco em cinco anos.

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