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Borbulhas de Amor

Quando a gente pensa em espumante, pensa em Festas de Fim de Ano, Comemorações e Brunchs, fala a verdade? Cada vez mais consumimos espumantes para começar uma refeição especial ou para refrescar uma tarde de verão. Esse tipo de vinho tem uma boa acidez e uma capacidade de limpar o paladar, principalmente quando a comida é gordurosa.

Para produzir qualquer espumante, é necessário elaborar um vinho base tranquilo (sem gás carbônico). Esse líquido é então submetido a uma segunda fermentação, que pode acontecer na própria garrafa ou em tanque de aço inox.

Conheça um pouco mais sobre cada tipo e escolha o seu preferido:

Champagne

Os champagnes são produzidos obrigatoriamente na região homônima na França, com as uvas: Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier. O método de elaboração é o Tradicional ou Champenoise, em que a segunda fermentação acontece dentro da garrafa.

Harmonização:
Combina com pratos com manteiga, creme de leite e lácteos em geral, além de peixes defumados e sabores trufados.

Fettuccine ao Molho Branco com Azeite Trufado/ Imagem Half Baked Harvest


Prosecco

Exemplares do Nordeste da Itália, que devem ter 85% no mínimo de uva Glera (antigamente conhecida como Prosecco). Eles são elaborados através do Método Charmat, no qual a segunda fermentação é feita em tanques de aço inox.

Harmonização:
Frutado e refescante, pede pratos vivazes e leves como ceviches. Combina com frios como salame.

Ceviche de Polvo/ Imagem Web

Cava

Os Cavas são produzidos na Espanha também pelo Método Tradicional ou Champenoise. Apesar de sua elaboração não estar restrita a uma única região, as uvas utilizadas devem ser originárias de vinhedos autorizados, tais como as brancas Macabeo, Xarel.lo, Parellada, Malvasía, Chardonnay, e tintas Garnacha, Monastrell, Pinot Noir e Trepat.

Harmonização:
Os mais leves vão bem com queijos frescos e saladas crocantes.

Torradas com Queijo de Cabra e Ervas / Imagem Web

Outros espumantes e outras Regiões

Além das origens mais conhecidas, existem espumantes feitos em regiões menos tradicionais que valem ser provadas. É o caso dos portugueses, de grande potencial aromático, e dos argentinos, que podem ser frutrados e cheios de sabor. Já a Austrália cada vez mais aproveita o clima frio de algumas regiões em altitude para plantar vinhedos para a produção de espumantes de alta qualidade, geralmente produzidos com método tradicional.

 

E aí? Qual o seu preferido conta pra gente!

 

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Pesquisa vai investigar como a rolha envelhece

Um grupo de pesquisadores da UC Davis, nos Estados Unidos, planejou um estudo que deve durar 100 anos para descobrir como a rolha de cortiça muda com o passar dos anos na garrafa.

“Basicamente, passa por uma rolha de cortiça natural um miligrama de oxigênio por ano. Um miligrama de oxigênio não parece muito, mas ele quebra 4 mg de sulfitos. A adição comum de sulfitos no engarrafamento para proteger o vinho da oxidação geralmente é de cerca de 20-25 mg/litro. Se a cada ano 1 mg de oxigênio entra e quebra 4 mg de sulfitos, após cinco ou seis anos, o vinho já não tem proteção contra a oxidação. Se você olhar para isso, você pode pensar que dentro de 20 anos o vinho pode ser destruído pela oxidação. Mas isso não é o que vemos acontecer”, argumentou o professor de viticultura e enologia, Andy Waterhouse.

Segundo Waterhouse, é possível que as rolhas sofram uma mudança celular para reduzir gradualmente o fluxo de oxigênio para zero ou perto disso. Para testar a teoria, a UC Davis está usando meio barril de Cabernet Sauvignon premium, que ficará “parado” por um século. “Engarrafamos vinho suficiente para testar três garrafas a cada período pré-determinado”, declarou.

O primeiro conjunto de três garrafas será aberto em dois anos. Os vinhos serão avaliados em relação à oxidação e ao nível de sulfitos restantes – e, claro, as rolhas também serão testadas. Os testes serão repetidos de cinco em cinco anos.

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Quer luxo? Na Nova Zelândia, empresa entrega champagne de helicóptero!

Olha só que coisa fina: a casa de Champagne Bollinger anunciou que agora faz entregas de helicóptero na Nova Zelândia.

A novidade foi idealizada em parceria com a empresa de transporte aéreo Heletranz. Eles a descrevem como o “primeiro serviço de entrega de champagne do mundo”.

De acordo com a empresa, o público-alvo seriam casas de luxo isoladas, localizadas em territórios remotos.

“A Nova Zelândia tem um número impressionante de pessoas com grande fortuna escondidas em pontos paradisíacos. Muitos desses locais de luxo são isolados para garantir mais privacidade e acessados somente por helicópteros, portanto esse serviço faz todo sentido”, afirma a proprietária da Heletranz, Sofia Ambler.

Chiquérrimo, não?

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Acredite se quiser: som das borbulhas revela qualidade do espumante

Você sabia que o som das borbulhas do espumante pode revelar a qualidade da bebida? É o que garante um estudo realizado pela Universidade do Texas e publicado no Science Daily.  Segundo os pesquisadores, o número e o tamanho das bolhas são indicadores de qualidade: enquanto as pequenas e abundantes são um bom sinal, as grandes e menos frequentes mostram que o espumante não é tão bom quanto se imaginava.

A equipe mediu a acústica das bebidas usando um hidrófono, instrumento usado para gravar sons debaixo d’água. “As bolhas são muito ressonantes. Elas soam como sinos e a frequência desse som depende, em parte, do tamanho das bolhas”, explica Kyle S. Spratt, um dos autores do estudo.

Eles também descobriram que a taça impacta nos resultados. “A taça também é um objeto ressonante, então nosso desafio foi garantir que as características do vidro não prejudicariam as medições”, revela Spratt.

A equipe está satisfeita com as descobertas.  Spratt acredita que podem ser úteis em testes de garantia de qualidade de espumantes e outras bebidas carbonatadas. Também há a possibilidade de que a medição do som possa sinalizar falhas ou problemas que não são detectáveis apenas pelo gosto.

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Drink com prosecco e amoras

A ideia desse drink é ser especial e inesquecível! Uma receita que agrada com facilidade o paladar e é ótima para servir em pequenas reuniões – ou para curtir em casa no fim de semana.

Mais uma prova de que vinho e verão, combinam deliciosamente!

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INGREDIENTES

Para o xarope de amora:

  • 1/3 xícara de amoras, mais algumas mais para enfeitar
  • 1/3 xícara de água
  • 1/3 xícara de açúcar

Para o drink:

  • 1 garrafa de prosecco (ou seu vinho branco preferido)

Para decorar (opcional, claro!):

  • 4 raminhos de tomilho

MODO DE PREPARO

1. Em uma panela pequena, leve as amoras, a água e o açúcar para ferver. Vire para baixo e deixe ferver por 10 minutos. Coe as amoras e deixe o xarope esfriar. Depois, leve para refrigerar.
2. Adicione 2 colheres de sopa do xarope no fundo de cada copo. Cubra com prosecco e adicione em um raminho de tomilho e amoras!

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Simples de fazer e muito bonito! Sirva – e beba! – geladinho!

A cerveja DEUS: Você precisa conhecer

Se você é fã de cervejas artesanais, com certeza já ouviu falar da Deus Brut des Flandres. Se você ainda não conhece… aqui vão alguns motivos que levarão você a desejar a tão elogiada cerveja!

Em 2005, a Brasserie Bosteels, da Bélgica, resolveu desenvolver uma nova cerveja elaborada com cevada e leveduras especiais, concebida para ser uma autêntica simbiose entre uma cerveja especial e um vinho espumante.

A Deus Brut des Flandres é uma cerveja especialíssima em função da sua técnica de elaboração, conhecida por champegnoise.

O processo de fabricação começa na Bélgica, termina na França e chega até você no Brasil.  É uma experiência única! São produzidas 15mil garrafas da cerveja Deus por ano. E quem não gosta de degustar algo tão especial, não é?

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O caminho:

  • A largada é na Brasserie Boosteels, onde é fermentada por duas vezes
  • O líquido é transportado para a região de Champagne, na França (daí o método ser conhecido por champegnoise), onde recebe mais açúcares e fermentos, e é posto para maturar por no mínimo 12 meses em barris de carvalho
  •  Depois, é posta em garrafas — por sinal, as mesmas que são usadas no célebre champagne Dom Pérignon, da casa Moët&Chandon — que são submetidas à técnica da remuage, na qual um profissional as gira diariamente, no mesmo sentido, cada vez inclinando um pouco, até ficarem com os gargalos totalmente voltados pra baixo
  • Após essa fase, congela-se somente os gargalos, nos quais se depositaram os fermentos e demais borras, os quais são expulsos pela própria pressão do líquido
  • Adiciona-se à garrafa um pouco da cerveja previamente pronta apenas para preencher o espaço vazio resultante da expulsão dos fermentos congelados.

Deus está pronta!

Que tal dar esse presente pro seu paladar, ein? Só podemos dizer: vale a pena!

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Pra esse verão: mimosas!

A Mimosa é um clássico cocktail da década de 20, um período revolucionário para o cenário político, econômico, e principalmente cultural. Foram anos de Guerra, de balanços econômicos, e reviravoltas globais, mas principalmente foram anos em que pequenas reuniões sociais e os famosos “brunchs” tiveram sua alta.

E foram nesse brunchs que a mimosa ganhou sua vez e virou um clássico!

Que tal experimentar nesse fim de semana, ein? É o drink perfeito pr’aquele dia que a gente acorda sem pressa, chama uns amigos e se reúne pra fazer um almoço “fora de hora”.

Por ser um drink de fácil composição mas com ingredientes caros, inicialmente era consumido principalmente pelas classes mais nobres e pela burguesia, a qual ostentava o drink em pequenos encontros sociais ou eventos da época.

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Para fazer uma verdadeira Mimosa, basta um pouco de dedicação e um preparo atencioso.

Vamos lá!

Faça uma jarra de suco de laranja bem coado – clássico do nosso café da manhã. “Pode ser usado suco de laranja pronto?” Pode sim, mas o sabor, claro, não é o mesmo.

Apesar da receita original ser com champagne, você pode substituir com espumante brut bem gelado, ou até um vinho branco que você goste muito – por que não?

Sirva em taças de champagne – importante que elas estejam geladinhas – metade do suco, metade do espumante (complete suavemente, pra que a bebida não perca a borbulha! – e voilà!

Um drink delicioso e MUITO refrescante! Perfeito pro nosso verão brasileiro, né?

Experimenta e depois conta o que achou!

Para o Revéillon: champagne ou espumante! Como escolher?

Se você é fã de Revéillon, muito provavelmente você também é admirador de um bom espumante. Certo?

Afinal, como não ser… o espumante é atraente visualmente. Pouca coisa pode ser tão elegante quanto segurar uma taça na mão. A cor dourada, as perlages (ou bolhinhas) na taça, o modelo da taça. Tudo dá um ar de festividade, elegância e bom gosto.


Todo champagne é um espumante, mas nem todo espumante é champagne! E inclusive, se você quiser saber mais detalhes sobre isso, confira nosso post:

Champagne ou espumante?


E falando em elegância, você sabe de onde veio o champagne? Dos nobres franceses, claro. Por seu armazenamento e transporte em barris, a bebida mudou e as bolhas se tornaram ainda mais marcantes.

Luiz XV definiu o champagne como o primeiro vinho que poderia ser vendido em garrafas e não barris. Dom Pérignon melhorou o processo conseguindo lacrar as garrafas com rolhas e arame, o que fazia com que os espumantes aguentassem mais tempo, aumentando ainda mais o consumo.

Até hoje, uma garrafa de Dom Pérignon  impressiona na mesa!

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E os tipos de espumante? 

Moscatel: O querido de todos, por ser de fácil consumo e extremamente doce. A uva se adaptou bem ao Brasil e ótimos espumantes dessa variedade podem ser encontrados por preços ótimos e qualidade excelente.

Sugestão: Torres Floralis Moscatel Oro

Demi-sec: Equivalente ao meio doce, você pode tentar experimentá-lo caso você queira uma bebida um pouco mais robusta e menos enjoativa que o moscatel, mas ainda de fácil degustação.

Sugestão: Espumante Cava Codorniu

Brut: Mais excêntrico e com mais personalidade que os outros dois tipos de espumante, ele seria o equivalente ao vinho “seco”. Sempre uma boa pedida aos amantes de vinho!

Sugestão: Veuve Clicquot Ponsardin Brut

Como servir/beber o espumante?

  • O espumante deve ser servido de 5 a 10 graus. Gele as garrafas com no mínimo 1 hora de antecedência.
  • Você não precisa estourar o espumante, esta é uma tradição extremamente comemorativa e nada tem a ver como o modo “correto” de tomar um espumante. Faça isso com algo mais barato porque você vai perder bastante líquido em forma de espuma.
  • Sirva até metade da taça, não encha.
  • O melhor: espumantes são amigos dos petiscos! Casa com tudo, de batatinhas à queijo com frutas.

Escolha seu espumante favorito – Champagne, ou não – e aproveite a festa!

Aliás, aqui vai uma dica de ouro: o importante no réveillon é curtir a festa do jeito que você gosta. Não curte espumante? Faça o tin-tin com seu amigos e familiares e passe logo pra sua bebida favorita!

 

 

Vinho sem frescura: você não precisa de mil taças!

Quando começamos a beber e apreciar o vinho, surge a dúvida muito comum: qual a taça certa?

Isso nunca deve ser um impedimento para você tomar o seu vinho ou começar a entrar nesse universo tão amplo e gostoso, mas, acredite ou não: existe um porquê.

Assim como existe uma enorme diversidade de vinhos no mundo, existe uma variedade de taças no mercado. E calma, você não precisa ter todas elas!

Do mesmo jeito que alguns tipos de roupa ajudam a valorizar o corpo, para tirarmos o melhor proveito de uma garrafa de vinho, existe a taça ideal.

Os modelos de taça que você tem que ter em casa são os adequados para os vinhos que você gosta de beber! 

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A primeira dica – e essa é a de ouro! –  é ter uma taça “coringa”. Procure pela taça ISO (International Standards Organization): uma taça desenvolvida para degustações técnicas e que serve para qualquer vinho.

Depois, é legal que você tenha quatro modelos básicos: uma taça para brancos, duas para os diferentes tipos tintos (Bordeaux: a mais comum e Borgonha: aquela mais “gordinha”) e uma para espumantes.

Achou frescura demais? A gente explica de um jeito fácil e com exemplos:

– Bordeaux:

As taças Bordeaux foram feitas para abrigar vinhos mais encorpados e ricos em tanino. Elas possuem o bojo grande, mas têm a borda mais fechada para evitar a dispersão de aromas, concentrando- os. É indicada para Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Merlot, Syrah, Tannat, entre outras uvas.

– Borgonha:

Os vinhos da Borgonha são mais complexos e concentrados, produzidos principalmente com a uva Pinot Noir. Portanto, as taças são em formato balão (ou seja, com bojo maior do que as Bordeaux) para que haja mais contato com o ar, o que permite que o buquê se libere mais rapidamente. Este recipiente foi feito para que o vinho explore muito o nariz. Além da Pinot Noir, também é ideal para que sejam apreciados vinhos Rioja tradicional, Barbera Barricato, Amarone, Nebbiolo etc.

– Para vinhos brancos:

As taças têm corpo menor do que as para vinho tinto por dois motivos. Primeiro, o vinho branco precisa ser consumido em temperaturas mais baixas e, portanto, em um recipiente menor, que permita menos trocas de calor com o ambiente. Segundo, porque precisa que sejam realçadas as notas de frutas. A aba estreita entrega o fluxo do vinho com equilíbrio entre doçura e acidez, crucial para os brancos.

– Para espumantes e/ou champagnes

Para um champagne ou um espumante, a taça adequada é a que chamamos de flûte, ou flauta. Ela serve para que possam ser apreciadas as borbulhas, ou perlage. Quanto mais bojo tiver a taça, melhor, pois se for reta demais no sentido longitudinal não irá realçar os aromas.

E para os rosés? Os vinhos rosés possuem os taninos dos tintos, mas os aromas dos brancos. Por esse motivo, a taça costuma ser menor que a dos brancos, mas com bojo maior. Se não tiver uma taça específica para rosés (poucas marcas possuem), pode usar uma para vinho branco.

Um guia mais completo, na ilustração abaixo:

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Essa é a forma mais simples de você ter a taça ideal sempre que precisar. São as taças que seriam o “pretinho básico” do seu armário! Descubra seus vinhos prediletos e aproveite!


Para ver um guia completo, clique aqui.

Champagne ou espumante?

Você não precisa esperar alguma comemoração ou data especial para beber nenhuma das opções… afinal, nós já falamos aqui: vinho não é frescura e você pode – e deve! – consumir quando sentir vontade!

Nem precisa arrumar uma desculpa, viu? Essas fantásticas bebidas borbulhantes, são simplesmente deliciosas, refrescantes e deixam qualquer ocasião mais animada.

Todo champagne é um espumante, mas nem todo espumante é um champagne.

Chamamos de espumante os vinhos com gás carbônico, adquirido durante o processo de fermentação. Nele, a levedura transforma o açúcar em álcool e gás carbônico – esse último dá origem às borbulhas, chamadas de perlage.

O champagne também é um espumante, porém é específico da região de Champagne, na França, e deve ser elaborado seguindo algumas regras como composição de uvas e método.

Isso significa que fora de Champagne existem apenas espumantes, elaborados com o mesmo método ou não, produzidos em diversos países e através de diferentes processos, como o Champenoise (ou Tradicional), Charmat e Asti.

O Champagne Real

Em 1927, Champagne ganhou o título de AOC – Appellation d’Origine Contrôlée (Denominação de Origem Controlada).

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Cena do filme Maria Antonieta de Sophia Coppola (regado à muito champagne!)

Isto significa que, apenas os vinhos feitos de uvas – Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay – cultivadas dentro desta região delimitada e respeitando rigorosos métodos de produção, podem usar o nome champagne.

Mais alguém ficou com sede? Tin-tin!