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Vinho pode estimular a criatividade, diz estudo

Segundo um estudo realizado pela Universidade de Graz, na Áustria, algumas taças de vinho são capazes de acabar com o temido “bloqueio de criatividade” que tanto nos incomoda quando precisamos solucionar um problema ou ter novas ideias.

Vinho x criatividade

Durante a pesquisa, o médico Mathias Benedek examinou 89 participantes. Um grupo deveria consumir vinho em quantidade moderada, enquanto o outro ficaria sóbrio. Em seguida, eles precisavam resolver tarefas que necessitavam de criatividade. Aqueles que consumiram a bebida solucionaram os desafios com mais agilidade.

Interessante, não?

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São Paulo recebe exposição sobre a história do vinho

Mais uma ótima dica para o fim de semana: a exposição “A História do vinho e o vinho na história”, realizada no Shopping Frei Caneca, em São Paulo.

Exposição retrata história do vinho

Durante o passeio, o público poderá embarcar no fascinante mundo do vinho e conferir fatos que marcaram a trajetória dessa bebida que faz parte da história desde 4000a.C.

Entre os destaques, estão informações sobre os primeiros vinhedos plantados no mundo, a primeira avaliação de vinhos no Brasil e as vinícolas mais consagradas do país.

A mostra acontece até 12 de agosto. De segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 12h às 20h.

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Sem programa para o fim de semana? Venha conferir essa dica!

A dica do Empório para o fim de semana é a exposição “Hitchcock – Bastidores do Suspense”, em cartaz no Museu da Imagem e do Som – MIS.

A partir da atmosfera e personalidade do cineasta considerado mestre do suspense, a mostra busca traçar um panorama da vida e obra de Hitchcock. Com curadoria de André Sturm, a exposição faz o visitante passear pelos bastidores de cada um dos 17 filmes selecionados para preencher os dois andares do museu.

O mergulho na vida e obra do diretor acontece entre as diversas salas, divididas por grandes painéis de madeira, que lembram as caixas de containers e também as divisórias de cenários de filmes. Entre uma cortina de veludo preto e outra, o visitante pode conhecer mais da história de filmes como Mulher Oculta (1938), Suspeita (1941) e O Marido era o Culpado (1936), e também descobrir detalhes diversos dos clássicos como Ladrão de Casaca (1955), O Corpo que Cai (1958) e Psicose (1960).

A exposição conta com itens originais de instituições internacionais, como o Acervo Marc Wanamaker Bison Archives (Hollywood, California/EUA) e a Biblioteca Margaret Herrick, de Los Angeles. Entre os itens selecionados pela curadoria estão fotos, manuscritos, storyboards, croquis de figurinos, pôsteres, materiais de divulgação dos filmes, matérias de jornais e revistas e trechos de filmes do início da carreira do diretor. Mais informações no site do MIS.

Bom fim de semana! 🙂

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Exposição sensorial desvenda aromas e sabores japoneses

Até 30 de setembro, a Japan House recebe a exposição “Aromas e Sabores”, com curadoria do gastrólogo Felipe Ribenboim. A mostra oferece ao público uma imersão na cultura japonesa por meio do paladar e do olfato.

A ideia é que os visitantes descubram as respostas para questões como: quais os sabores básicos da culinária nipônica e como o corpo humano os identifica? De onde vem o sabor dos alimentos? Como o cheiro contribui na construção do sabor? Como se formam e como foram obtidos os aromas do perfume, desodorante, sabonete?

Para isso, a exposição está dividida em três etapas: Identificação, Construção e Sensorial. Na instalação “Labirinto Olfativo versão 4 – Descobrindo as flores das cerejeiras”, a artista plástica Maki Ueda induz o público a percorrer um caminho guiado pelo cheiro e a encontrar o aroma das sakuras, árvores com flores de cerejeiras.

Já o paladar pode ser explorado com uma degustação cega de balas gelatinosas de uva japonesa, melão, wasabi, shoyu e morango, sabores desenvolvidos exclusivamente pela Takasago, casa de aromas e fragrâncias. Ao final do percurso, o público estará familiarizado com odores e sabores presentes em comidas, bebidas, perfumes, odorizadores e incensos.

A Japan House tem entrada gratuita e funciona de terça-feira a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h.

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Pesquisa vai investigar como a rolha envelhece

Um grupo de pesquisadores da UC Davis, nos Estados Unidos, planejou um estudo que deve durar 100 anos para descobrir como a rolha de cortiça muda com o passar dos anos na garrafa.

“Basicamente, passa por uma rolha de cortiça natural um miligrama de oxigênio por ano. Um miligrama de oxigênio não parece muito, mas ele quebra 4 mg de sulfitos. A adição comum de sulfitos no engarrafamento para proteger o vinho da oxidação geralmente é de cerca de 20-25 mg/litro. Se a cada ano 1 mg de oxigênio entra e quebra 4 mg de sulfitos, após cinco ou seis anos, o vinho já não tem proteção contra a oxidação. Se você olhar para isso, você pode pensar que dentro de 20 anos o vinho pode ser destruído pela oxidação. Mas isso não é o que vemos acontecer”, argumentou o professor de viticultura e enologia, Andy Waterhouse.

Segundo Waterhouse, é possível que as rolhas sofram uma mudança celular para reduzir gradualmente o fluxo de oxigênio para zero ou perto disso. Para testar a teoria, a UC Davis está usando meio barril de Cabernet Sauvignon premium, que ficará “parado” por um século. “Engarrafamos vinho suficiente para testar três garrafas a cada período pré-determinado”, declarou.

O primeiro conjunto de três garrafas será aberto em dois anos. Os vinhos serão avaliados em relação à oxidação e ao nível de sulfitos restantes – e, claro, as rolhas também serão testadas. Os testes serão repetidos de cinco em cinco anos.

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Marca produz espumantes para grávidas

Uma marca de vinhos criada especialmente para grávidas? Ela existe e se chama 9Months!

O nome, “9 meses”, em português, faz referência ao tempo gestacional das mulheres. Sua criadora, a consultora de vinhos Carrie Marvin, afirma que a marca foi pensada em si mesma e em todas as mulheres grávidas impossibilitadas de beber durante a gestação.

Método de produção

A 9Months produz espumantes não alcoólicos a partir de uvas viníferas australianas. O suco das uvas recém-colhidas é coletado e refrigerado a 0°C para evitar a fermentação. Em seguida, é filtrado e pasteurizado dentro da garrafa. Interessante, não?

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Aprenda a harmonizar vinhos com a sua pizza preferida

Muito se fala sobre harmonizar vinhos com carnes, peixes e massas, mas você já parou pra pensar que seu sabor preferido de pizza também pede uma combinação específica? Para ajudá-lo nessa missão, selecionamos os sabores mais pedidos nas pizzarias e indicamos seu par perfeito, confira!

– Pizza de calabresa ou pepperoni + Cabernet Sauvignon

Embutidos, como calabresa e pepperoni, são bem salgados e condimentados. Eles pedem vinhos de sabor intenso, mais frutado e com taninos marcantes – portanto, nada melhor que um belo Cabernet Sauvignon! A de peperoni também combina com vinhos produzidos com a uva Riesling, ácida e de sabor discretamente adocicado.

– Pizza de mussarela + Merlot ou Chardonnay

Esse queijo é gorduroso e salgado, por isso vale a pena investir em vinhos mais leves, com alta acidez e poucos taninos. Se forem macios, melhor ainda. Entre os tintos, vá de Merlot; se preferir os brancos, escolha um Chardonnay.

– Pizza Marguerita + Sangiovese

Os vinhos produzidos com a uva Sangiovese, como os bons Chianti, são os melhores parceiros para essa pizza. Os taninos discretos, seu toque frutado e sua acidez contrastam com a gordura do queijo e acompanham as notas frutadas do tomate e heráceas do manjericão.

– Pizza de atum + vinho rosé

O atum tem um sabor forte e não é um peixe leve como os demais. A dica aqui é apostar em um rosé, não tão leve quanto um branco, mas também não tão pesado quanto um tinto. Na medida!

– Pizza de quatro queijos + Pinot Noir, Barbera ou espumante

Esqueça os taninos, eles estragariam essa intensa e harmoniosa combinação de queijos. Opte por vinhos mais ácidos, como Pinot Noirs e Barberas. Outra boa dica são espumantes, já que suas borbulhas  limpam o paladar como nenhum outro vinho. Escolha espumantes produzidos com Chardonnay e se surpreenda com o sabor dessa harmonização!

– Pizza de rúcula com tomate seco + Sauvignon Blanc

É uma pizza bem leve, que se destaca pelos toques herbáceos. A melhor opção é um Sauvignon Blanc, que é discretamente ácido e que não vai competir com o sabor da sua fatia. Pizzas de outros vegetais, como de abobrinha, também ficam uma delícia com esse vinho!

– Pizza Portuguesa + Jerez

Uma das mais difíceis de harmonizar devido à grande quantidade de ingredientes. Um dos únicos vinhos capazes de harmonizar ovo, e que ainda vai conversar bem com o presunto, é o Jerez, bem seco, ácido e com notas minerais, salinas e amendoadas. Um Merlot também pode cair bem.

– Pizza de frango com catupiry + vinho rosé ou Pinot Noir

O vinho escolhido deve aguentar a gordura e corpo do queijo e a delicadeza do frango. Opte  por vinhos rosés ou Pinot Noir – ambos possuem corpo leve e discreta acidez.

– Pizza de cogumelos + Carménère

Para destacar o sabor de cogumelos frescos, como o shimeji, o shitake, e até mesmo o champignon, nada melhor que um vinho terroso, como o Carménère.

– Pizza Baiana + Gewürztraminer

Para pizzas apimentadas, experimente vinhos produzidos com a uva branca Gewürztraminer. Vinhos da uva Syrah, que possuem leves notas frutadas e frescas em seu aroma e paladar, também vão bem.

– Pizzas doces

Pizzas doces pedem vinhos também mais doces, então a dica é harmonizar com um vinho de sobremesa, um vinho do Porto ou os espumantes Moscatel ou Asti.

E aí, gostou das dicas? Então, escolha sua pizza favorita e bom apetite!

Batalha do Vinho, a festa que vem atraindo cada vez mais turistas

Já ouviu falar da Batalha do Vinho? O evento acontece todo dia 29 de junho, na montanha de Haro, na região espanhola de Rioja, e faz parte de um dos mais importantes festivais espanhóis, a Festa do Vinho.

A história da batalha é a seguinte: no século XIII, o povo de Haro começou a demarcar suas terras para separá-las de seus vizinhos de Miranda de Ebro. Quatrocentos anos depois, a demarcação foi quebrada e as pessoas de cada povoado começaram a atirar vinho umas nas outras para celebrar (ou não) o acontecimento. O ato se tornou uma tradição e, em 1965, ganhou o nome de “Batalha do vinho”.

Um pouco antes das sete da manhã, os participantes se vestem de branco, colocam um lenço vermelho no pescoço e sobem a montanha. Durante o caminho até o topo, um pouco de vinho já começa a ser jogado. Às dez, a batalha começa. Produtores ficam posicionados em furgões, oferecendo os vinhos e, com pistolas de água, baldes, jarras, garrafas e mangueiras, todos são liberados a jogar a bebida nos demais. A batalha só acaba ao acabarem os estoques! Depois, todos voltam à cidade e a festa continua na praça central.

Demais, né? A festa tem ganhado tanta visibilidade que, de uns tempos pra cá, grupos de turistas têm planejado viagens à Espanha especialmente para participar. Fica a dica! 🙂

 

5 destinos nacionais imperdíveis para quem ama vinhos

Não é preciso ir muito longe para conhecer excelentes vinícolas e degustar vinhos de alta qualidade. Conheça cinco destinos turísticos no Brasil perfeitos para apreciar a bebida e conhecer novas culturas e paisagens deslumbrantes:

Bento Gonçalves

A Serra Gaúcha é a região mais famosa do país quando se trata da produção de vinho, graças ao clima propício e à forte presença dos imigrantes italianos que chegaram à região no século XIX – lá é produzido cerca de 90% do vinho brasileiro! Bento Gonçalves carrega o título de Capital Brasileira da Uva e do Vinho e faz parte do Vale dos Vinhedos, umas das regiões vitivinícolas mais importantes. Quem visita a cidade de janeiro a março tem a oportunidade de acompanhar a vindima, período entre a colheita da uva e a produção da bebida. Durante essa época acontece o Festival Bento em Vindima, no qual turistas podem participar da colheita e da pisa das uvas, tradicional método para extração do suco da fruta. Vale a pena visitar a Vinícola Salton, uma das principais do país, com mais de 100 anos de tradição e a Vinícola Aurora, a mais premiada da região. Gramado, Canela e Caxias do Sul também valem a visita – nessa última, aliás, há a vinícola Lacave, cujo castelo construído em arquitetura medieval é um espetáculo à parte.

Serra Catarinense

Os vinhos catarinenses são produzidos nas regiões do Vale Europeu, dos Encantos do Sul e nos Roteiros Nacionais de Imigração, mas é a Serra Catarinense, formada por São Joaquim, Lages e Urubici, o maior polo de produção e turismo relacionado à bebida. A grande maioria das cepas utilizadas é europeia e a qualidade das bebidas se assemelha aos melhores rótulos do Velho Mundo. Ideal para quem gosta de curtir um friozinho e a paisagem formada por araucárias.

Sul de Minas

Repleta de colônias italianas, essa região possui vinícolas que produzem saborosos vinhos tintos, brancos e rosés. As produções, que variam de rótulos artesanais aos de produção em larga escala, podem ser visitadas por turistas e oferecem saborosas degustações. O município de Andradas organiza no mês de julho a Festa do Vinho, ótima oportunidade para provar os melhores rótulos da região. De quebra, você ainda pode saborear as delícias da culinária mineira!

São Roque

Em São Paulo também existe um cantinho especial para os apaixonados por vinhos. São Roque, considerada a rota dos vinhos mais popular do Sudeste, fica a apenas 66 quilômetros da capital e seu roteiro inclui gastronomia, cultura, religião e aventura, garantindo um passeio que agrada a família inteira. O Roteiro do Vinho é uma rota asfaltada com 31 estabelecimentos distribuídos por três vias, que inclui vinícolas, adegas e restaurantes. Os visitantes podem fazer paradas para degustar a bebida, visitar sítios, ranchos, pesqueiros, plantações de uvas e alcachofras, adegas e ainda saborear comidas típicas da região. Visite a vinícola Góes, a mais famosa e a única que cultiva as desejadas uvas Cabernet Sauvignon.

Vale do São Francisco

Localizado entre Pernambuco e Bahia, o Vale do São Francisco conta com seis fazendas produtoras e detém cerca de 15% do mercado nacional, sendo responsável por uma das maiores produções de espumantes e moscatéis de qualidade do Brasil. O clima quente e a água para irrigação em abundância devido à presença do Rio São Francisco fazem com que as plantas se desenvolvam durante o ano todo e possibilitam que a região seja a única a produzir duas safras e meia ao ano. Visite as vinícolas Santa Maria, a maior do estado, e Ouro Verde, parte do Grupo Miolo.

Caipirinha de vinho branco e tinto? A gente te ensina a fazer!

Você provavelmente já deve ter experimentado caipirinha de cachaça (a original, claro), de vodca, de saquê… Mas e de vinho? Se nunca provou, anote essas receitas e faça o teste agora mesmo!

Caipirinha de vinho branco

Ingredientes

  • 1 xícara (chá) de vinho branco seco gelado
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 2 limões Taiti
  • Gelo e folhas de hortelã a gosto

Modo de preparo

Coloque os limões cortados e o açúcar em uma coqueteleira e esmague bem com o socador. Em seguida, adicione as folhas de hortelã, o vinho branco, o gelo e agite bem.

Caipirinha de vinho tinto

Ingredientes

  • 2 maçãs picadas
  • 1 abacaxi picado
  • 1 cacho grande de uvas tipo itália sem sementes
  • 1/2 copo (100 ml) de suco de laranja
  • 1 garrafa de vinho tinto seco
  • 1 lata de refrigerante de limão
  • 1 dose de licor de laranja
  • Açúcar e gelo a gosto

Modo de preparo

Coloque as frutas em uma jarra grande de vidro com o açúcar. Adicione os demais ingredientes e mexa bem.

Gostou? Conte pra gente!