É fã de whisky? Aprenda a fazer o legítimo Irish Coffee!

Criado pelo chef Joseph Sheridan para aquecer os turistas norte-americanos que desembarcavam na Irlanda nos anos 40, o Irish Coffee é a pedida ideal para os dias frios.  Aprenda a fazer um dos drinques mais famosos de todos os tempos!

Ingredientes

  • 75 ml de café quente (expresso ou coado)
  • 1 colher (chá) de açúcar
  • 45 ml de whisky
  • 30 ml de chantilly

Modo de preparo

Em uma panela pequena, esquente o whisky com o açúcar em fogo baixo. Não deixe a mistura ferver. Prepare o café e derrame-o sobre a mistura, mexendo levemente. Coloque a bebida em uma taça grande morna (para esquentar a taça, você pode colocá-la sob água morna durante alguns segundos). Cubra a mistura com o chantilly. Use uma colher para que o creme seja colocado delicadamente e flutue acima do café, sem se misturar.

A bebida harmoniza bem com pratos doces à base de uva passa, figo, gengibre, caramelo, erva-doce, baunilha ou canela, assim como com chocolates, amêndoas, nozes e frutas cítricas.

 

5 destinos nacionais imperdíveis para quem ama vinhos

Não é preciso ir muito longe para conhecer excelentes vinícolas e degustar vinhos de alta qualidade. Conheça cinco destinos turísticos no Brasil perfeitos para apreciar a bebida e conhecer novas culturas e paisagens deslumbrantes:

Bento Gonçalves

A Serra Gaúcha é a região mais famosa do país quando se trata da produção de vinho, graças ao clima propício e à forte presença dos imigrantes italianos que chegaram à região no século XIX – lá é produzido cerca de 90% do vinho brasileiro! Bento Gonçalves carrega o título de Capital Brasileira da Uva e do Vinho e faz parte do Vale dos Vinhedos, umas das regiões vitivinícolas mais importantes. Quem visita a cidade de janeiro a março tem a oportunidade de acompanhar a vindima, período entre a colheita da uva e a produção da bebida. Durante essa época acontece o Festival Bento em Vindima, no qual turistas podem participar da colheita e da pisa das uvas, tradicional método para extração do suco da fruta. Vale a pena visitar a Vinícola Salton, uma das principais do país, com mais de 100 anos de tradição e a Vinícola Aurora, a mais premiada da região. Gramado, Canela e Caxias do Sul também valem a visita – nessa última, aliás, há a vinícola Lacave, cujo castelo construído em arquitetura medieval é um espetáculo à parte.

Serra Catarinense

Os vinhos catarinenses são produzidos nas regiões do Vale Europeu, dos Encantos do Sul e nos Roteiros Nacionais de Imigração, mas é a Serra Catarinense, formada por São Joaquim, Lages e Urubici, o maior polo de produção e turismo relacionado à bebida. A grande maioria das cepas utilizadas é europeia e a qualidade das bebidas se assemelha aos melhores rótulos do Velho Mundo. Ideal para quem gosta de curtir um friozinho e a paisagem formada por araucárias.

Sul de Minas

Repleta de colônias italianas, essa região possui vinícolas que produzem saborosos vinhos tintos, brancos e rosés. As produções, que variam de rótulos artesanais aos de produção em larga escala, podem ser visitadas por turistas e oferecem saborosas degustações. O município de Andradas organiza no mês de julho a Festa do Vinho, ótima oportunidade para provar os melhores rótulos da região. De quebra, você ainda pode saborear as delícias da culinária mineira!

São Roque

Em São Paulo também existe um cantinho especial para os apaixonados por vinhos. São Roque, considerada a rota dos vinhos mais popular do Sudeste, fica a apenas 66 quilômetros da capital e seu roteiro inclui gastronomia, cultura, religião e aventura, garantindo um passeio que agrada a família inteira. O Roteiro do Vinho é uma rota asfaltada com 31 estabelecimentos distribuídos por três vias, que inclui vinícolas, adegas e restaurantes. Os visitantes podem fazer paradas para degustar a bebida, visitar sítios, ranchos, pesqueiros, plantações de uvas e alcachofras, adegas e ainda saborear comidas típicas da região. Visite a vinícola Góes, a mais famosa e a única que cultiva as desejadas uvas Cabernet Sauvignon.

Vale do São Francisco

Localizado entre Pernambuco e Bahia, o Vale do São Francisco conta com seis fazendas produtoras e detém cerca de 15% do mercado nacional, sendo responsável por uma das maiores produções de espumantes e moscatéis de qualidade do Brasil. O clima quente e a água para irrigação em abundância devido à presença do Rio São Francisco fazem com que as plantas se desenvolvam durante o ano todo e possibilitam que a região seja a única a produzir duas safras e meia ao ano. Visite as vinícolas Santa Maria, a maior do estado, e Ouro Verde, parte do Grupo Miolo.

Uma adega submersa? Na Croácia existe e é aberta ao público!

A ilha Drače, na Croácia, abriga uma adega um tanto quanto inusitada: ela fica submersa! A Edivo Vina requer um mergulho no fundo da baía de Mali Ston para ser explorada. Lá, as garrafas de vinho são conservadas em jarros de barro que recebem o nome de anfôras por um ou dois anos antes de poderem ser apreciadas. Essa forma de armazenamento garante todos os elementos de sabor e qualidade da bebida e promove um aroma adicional, o de pinheiro.

Antes de ir ao mar, o vinho passa três meses em terra firme, armazenado nos jarros. Para não contaminar o líquido com água salgada, eles são vedados com cortiça e duas camadas de borracha. Em seguida, são colocadas no mar por meio de uma estrutura de ferro trancada com cadeados.

Segundo seus proprietários, Anto Šegović e Edi Bajurin, a ideia de criar a Edivo Vina surgiu da crença de que o mar proporciona o resfriamento das garras em condições ideais  e que o silêncio absoluto de suas profundezas melhora a qualidade dos vinhos. Além de ver os jarros de barro, os mergulhadores podem conhecer um navio naufragado e ainda comprar ânforas antigas, que emergem da água cobertas por conchas e algas.