Cachaça ostentação: conheça a cachaça que se bebe com ouro!

Se engana quem pensa que só é possível ostentar bebendo um dos mais caros champagnes. A brasileiríssima cachaça parece querer entrar na competição!

Brincadeiras à parte, a ideia criada pelo jovem empreendedor Leandro Dias,  traz em sua composição flocos de ouro comestível 23 quilates. Só de pensar em beber ouro, ou algo com ouro, já aguça a curiosidade de qualquer um.

O ouro é importado da Alemanha e chega em um tubo separado. É você mesmo quem faz a mistura jogando quanto quiser na cachaça produzida no interior de São Paulo. A garrafa de design elegante traz um blend da bebida. Parte dela foi armazenada por dois anos em tonéis de madeira de amendoim enquanto a outra descansou em tanques de aço.

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A mistura que é interessante e muito curiosa, desperta o desejo! A cachaça Middas – nome baseado naquele personagem da mitologia grega que transformava em ouro, tudo o que tocava –  ainda, é uma das bebidas mais bonitas que você vai ver!

O que você acharia de servir cachaça com ouro em uma festa com os amigos, ein?

 

Combinação irresistível pro fim de semana: pizza e vinho!

Você conhece alguém que não goste de pizza? A massa fininha, levemente crocante, coberta com seu recheio preferido… Vai super bem com os amigos à noite, com a família no fim de semana, na manhã seguinte como café da manhã. A verdade é que nos apaixonamos por essa receita, tanto que às vezes ela parece ser originalmente brasileira.

O prato simples e “fácil de comer” (inclusive, muitos defendem que é melhor comer com as mãos), a pizza é muitas vezes servida com refrigerante – ao melhor estilo fast food.  Porém, existe uma combinação perfeita para os mais diversos tipos de pizza. Trata-se de uma bebida igualmente milenar: o vinho!

Sem frescura, a combinação  vinho + pizza, tem uma grande dica: prefira os vinhos simples e jovens, que são descomplicados como a pizza. Não vale a pena abrir um vinho mais caro ou de guarda para acompanhar o prato.

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Confira algumas sugestões de harmonização:

MARGHERITA

Por ser mais leve, com ingredientes simples, como mozzarella, tomate e manjericão, esta pizza combina com um Malbec. Malbec é uma uva que harmoniza muito bem com pizzas com muito molho e azeite extra virgem em abundância.

 

CALABRESA E TOSCANA

Para acompanhar o seu sabor forte e picante, o indicado é um tinto mais estruturado, de taninos firmes, essa característica pode ser encontrada nas uvas Cabernet Sauvignon.

 

QUATRO QUEIJOS

Experimente um branco com boa acidez para encarar a gordura dos queijos, como por exemplo, um Chardonnay.

 

FRANGO COM CATUPIRY

Pede um tinto da uva Merlot, que combina com o frango e tem equilíbrio para acompanhar o queijo. Tintos jovens feitos com a uva Tempranillo também dão conta do recado.

 

CAMARÃO E FRUTOS DO MAR

Pela presença do fruto do mar e ainda da gordura do queijo, que normalmente é o catupiry, aconselha-se um branco com boa acidez, um rosé de médio corpo ou ainda um tinto leve, também com acidez bem presente.


Claro que vale a pena experimentar, ousar, descobrir. Logo, você terá suas próprias combinações favoritas. É uma boa pedida pro fim de semana, né?

Um brinde e buon appetito!

Quais as diferenças entre cerveja artesanal, cerveja industrial e chopp?

Que essas bebidas são paixão nacional, disso ninguém tem dúvida… se você é do tipo de pessoal que não dispensa uma cerveja ou um chopp com os amigos, sabe do que estamos falando.

E o que vemos, é cada vez mais opções de cervejas artesanais e industriais por aí. E muitas vezes nem sabemos qual escolher!

Mas você sabe as principais diferenças entre essas bebidas? E por que a cerveja artesanal vem conquistando tanto espaço? Veja!

Cervejas Artesanais X Cervejas Industrializadas

A diferenciação da cerveja artesanal da industrializada pode ser conferida na própria garrafa.  A atenção dada aos mínimos detalhes nas cervejarias artesanais já aparece no rótulo.

E é justamente por se preocupar com a essência da bebida e buscar os melhores ingredientes para o seu consumidor que a produção desse tipo de bebida costuma ser realizada em pequena escala.

Quando observamos a cerveja industrial, o que se percebe é que sua produção tem o objetivo de atingir o maior número de consumidores possível e por isso é produzida em larga escala e quando lidamos com esse tipo de produção fatalmente a qualidade ou, melhor dizendo, a autenticidade do produto fica comprometida.

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Essa é uma das razões pela qual tantas pessoas estão descobrindo o prazer de apreciar poucas e boas cervejas artesanais ao invés de “encher a cara” com uma cerveja carregada de produtos químicos.

Mesmo alguém que não possua conhecimento técnico sobre a cerveja é capaz de diferenciar a cerveja artesanal da industrial apenas pelo paladar. Por uma questão de economia, a receita das cervejas industrializadas é composta por uma mistura de malte, que costuma compor 60% da mistura com outros cereais, como milho e arroz.

Já a cerveja artesanal é composta por ingredientes selecionados e de origem mais nobre, normalmente importados de países com uma grande tradição cervejeira, como Alemanha e Bélgica.

Cerveja X Chopp

A fabricação é diferente, sim! O chopp é consumido na sequência do processo de maturação e, por isso, é mais fresco que a cerveja – que depois da maturação, ainda sofre uma pasteurização.

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Outra diferença entre o chopp e a cerveja é a cremosidade. A cerveja, ao ser engarrafada, sofre um choque térmico e deixa a bebida mais líquida. O chopp é envasado em barris de aço e não passa por esse processo. Além disso, a bebida é servida em chopeiras que injetam mais gás carbônico à bebida, deixando o chopp mais cremoso.

Então, depois de ler esse post… você não acha que merece um happy hour? O que você prefere: cerveja ou chopp?