Você precisa conhecer essa loja de vinhos na Espanha!

Se você é daqueles que sempre que viajam procuram a loja de vinhos mais próxima, vai adorar conhecer a Vinos&Viandas, localizada na cidade de Valladolid, na Espanha.

Conheça a loja

Loja de vinhos na Espanha

Projetada pela Zooco estudio, a loja foi concebida como uma releitura moderna das tradicionais caves. O espaço surpreende pelo inteligente uso de arcos de madeira, que são justapostos, tanto de forma longitudinal quanto latitudinal, criando o espaço ideal para exibir vinho e promover degustações.

Loja de vinhos na Espanha

Por meio de suas formas arredondadas, o projeto faz referência a tipologias marcantes do universo do vinho. Entre elas, a estrutura dos porões onde a bebida é envelhecida e o formato dos barris de carvalho.

Loja de vinhos na Espanha

Os materiais foram escolhidos a dedo para potencializar a ideia de que o cliente está entrando em templo do vinho. A madeira usada na estrutura de arcos lembra os barris de carvalho, enquanto o piso faz alusão às caves antigas. São ainda usados diversos espelhos que ajudam a potencializar o efeito visual criado pela justaposição dos arcos.

Loja de vinhos na Espanha

Ótima dica para quem pretende viajar para a Espanha! 🙂

Exposição sensorial desvenda aromas e sabores japoneses

Até 30 de setembro, a Japan House recebe a exposição “Aromas e Sabores”, com curadoria do gastrólogo Felipe Ribenboim. A mostra oferece ao público uma imersão na cultura japonesa por meio do paladar e do olfato.

A ideia é que os visitantes descubram as respostas para questões como: quais os sabores básicos da culinária nipônica e como o corpo humano os identifica? De onde vem o sabor dos alimentos? Como o cheiro contribui na construção do sabor? Como se formam e como foram obtidos os aromas do perfume, desodorante, sabonete?

Para isso, a exposição está dividida em três etapas: Identificação, Construção e Sensorial. Na instalação “Labirinto Olfativo versão 4 – Descobrindo as flores das cerejeiras”, a artista plástica Maki Ueda induz o público a percorrer um caminho guiado pelo cheiro e a encontrar o aroma das sakuras, árvores com flores de cerejeiras.

Já o paladar pode ser explorado com uma degustação cega de balas gelatinosas de uva japonesa, melão, wasabi, shoyu e morango, sabores desenvolvidos exclusivamente pela Takasago, casa de aromas e fragrâncias. Ao final do percurso, o público estará familiarizado com odores e sabores presentes em comidas, bebidas, perfumes, odorizadores e incensos.

A Japan House tem entrada gratuita e funciona de terça-feira a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h.

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Boa notícia: vinho previne mal de Alzheimer!

Cada dia uma notícia melhor relacionada ao consumo de vinho! Segundo um estudo publicado pela revista Scientific Reports, a ingestão moderada de vinho pode reduzir as chances de termos mal de Alzheimer.

Vinho x Alzheimer

Os cientistas estudaram os efeitos do álcool em cobaias vivas. O sistema glinfático de camundongos expostos a baixos níveis de consumo de álcool foi mais eficiente na remoção de células ruins.

Mas fique de olho na quantidade! Para obter o benefício, o consumo deve ser de apenas duas taças de vinho por dia, ok?

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O inverno chegou! Saiba quais os vinhos perfeitos para a estação

O inverno chegou e, com ele, aquela vontade incontrolável de tomar uma boa taça de vinho. Dias frias pedem vinhos mais encorpados, na maioria das vezes tintos, que apresentem uma sensação de calor na boca. Para atingir essa sensação uma variação sutil no teor alcoólico é uma boa opção.

Quer saber quais os vinhos perfeitos para essa época do ano? Então, fique de olho na tabela!

Tabela de vinhos para o inverno

No inverno, vinhos tintos devem ser servidos entre 16 e 18 graus, o que dispensa refrigeração. Já o vinho branco deve ser servido entre 9 e 11 graus independentemente da estação do ano.

Dicas de harmonização para o inverno

Carnes vermelhas grelhadas ou com molho leve ficam ótimas acompanhadas de espumantes brut e tintos jovens leves ou de médio corpo. Se o molho for mais forte, aposte em tintos maduros de médio corpo a robusto. Para carnes brancas grelhadas ou com molho leve, espumantes brut, brancos secos de boa estrutura, jovens ou maduros, e tintos jovens ou de médio corpo. Se o molho for mais forte, prefira tintos maduros de médio corpo a robusto.

As massas de molho leve ou branco, por sua vez, combinam com espumantes brut, brancos jovens ou maduros e tintos jovens leves ou de médio corpo. Se o molho for condimentado ou vermelho, espumantes brut de boa estrutura e tintos maduros de médio corpo a robusto.

Outras sugestões:
  • Bruschettas vão bem com vinhos brancos e italianos leves.
  • Estrogonofes de frango ou de carne ficam deliciosos com vinhos rosé.
  • Fondues caem bem com tintos médios, como Carménère ou Cabernet do Chile, Merlot do Brasil e Côte Du Rhône.
  • Pizza de margherita combina com vinhos Shiraz (ou Syrah), italianos leves, Cabernet ou Pinotage sul africanos.

Lembre-se, o importante na hora de harmonizar é combinar um vinho e um prato que, quando servidos juntos, colaborem para ressaltar ainda mais as características um do outro, criando um conjunto sensorial prazeroso.

Ficou com vontade? Você pode encontrar uma variedade de vinhos em nossa loja virtual e receber na comodidade da sua casa!

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Em clima de Copa: aprenda a preparar 6 pratos típicos da Rússia

O Empório entrou no clima da Copa e selecionou seis receitas deliciosas típicas da Rússia pra você começar com o pé direito. Reúna os amigos em casa, separe as garrafas de vodca e torça pelo Brasil em grande estilo!

6 receitas típicas da Rússia

Escondidinho de arenque na salada

Uma das saladas mais populares da Rússia, essa receita é uma mistura de arenque salgado, maionese, cenoura, beterraba e batata cozida, dispostas em camadas, como um bolo.

Ingredientes:

  • 2 filés de arenque salgado e sem escamas
  • 2 beterrabas
  • 2 batatas
  • 2 cenouras
  • 1 cebola
  • 3 ovos
  • 1 e ½ xícara de maionese
  • Sal e pimenta a gosto
Modo de preparo:

Cozinhe os ovos, as cenouras, as batatas e as beterrabas. Reserve. Descasque as cebolas e mergulhe-as em água fervente. Após cinco minutos, passe-as na peneira e deixe-as na água fria por um minuto. Rale as batatas, beterrabas e cenouras separadamente. Corte os ovos em pedaços pequenos. Corte o arenque em pequenos cubos e adicione pimenta.

Em um prato grande, faça uma primeira camada com as batatas e cubra-as com maionese. Acrescente uma camada de arenque e, depois, as cebolas, as cenouras e os ovos. Cubra com maionese. Repita o processo, sem o arenque, até obter pelo menos duas camadas de cada item. Cubra com uma camada de beterraba ralada, sobre a qual se deve aplicar uma grossa cobertura de maionese. Para decorar você pode polvilhar gema de ovo sobre o prato pronto. Leve à geladeira por cinco horas e sirva em fatias, como um bolo.

Vegetais em conserva

Aí vai uma curiosidade: os russos simplesmente amam vegetais em conserva! Se for pepino, tomate ou pimenta, então, nem se fala. Eles são ideias para serem servidos antes do jantar, como um aperitivo – sempre acompanhado de vodca, é claro! Os picles de pepino são um acompanhamento tradicional para muitos pratos típicos da Rússia, como o estrogonofe de carne.

Ingredientes:

  • 5 litros de água
  • 3 quilos de pepinos (quanto menores forem, melhor)
  • 2 ramos grandes de dill fresco
  • 1 xícara de chá de sal grosso (kosher ou sal marinho)
  • 15 dentes de alho descascados e cortados em pedaços
  • 5 cravos-da-índia
  • 1 colher de chá de semente de mostarda
  • 1 colher de chá de semente de coentro
  • Folhas frescas de carvalho, de groselha ou de cereja (se não encontrar, substitua por folhas frescas de estragão ou de coentro)
  • 5 folhas de louro
  • 1 /8 de xícara de chá de pimenta do reino

Se preferir os picles levemente picantes, adicione raiz-forte ou lascas de pimenta dedo-de-moça sem sementes.

Modo de preparo:

Leve os pepinos, corte ambas as pontas e mergulhe-os em um recipiente com água gelada. Ferva os 5 litros de água e acrescente sal. Deixe-a esfriar até que chegue a uma temperatura um pouco superior à temperatura ambiente. Coloque um ramo de dill no fundo do pote e acomode uma camada de pepinos na vertical. Despeje a solução de água com sal ainda morna sobre os pepinos até que fiquem completamente submersos. Acrescente metade de cada um dos demais ingredientes. Coloque uma segunda camada de pepinos e adicione os temperos que restaram. Despeje o resto da água sobre os pepinos, garantindo que fiquem completamente cobertos pela solução. Dica: coloque uma tampa esterilizada sobre os pepinos para que ela exerça pressão sobre a conserva. Isso vai garantir que os pepinos permaneçam submersos durante todo o processo. Eles ficarão prontos em dois dias.

Okroshka

Essa receita foi criada no melhor estilo “pegue tudo o que estiver na geladeira e jogue na panela”. É uma sopa fria de cenoura, pepino, ovos, batatas e ervas picadas – também é possível adicionar rabanetes ou quaisquer outros vegetais, salame e frango. O segredo é temperar a sopa com kvass e uma pequena dose de kefir líquido.

Ingredientes:

  • 1 litro de kefir (pode ser substituído por coalhada natural batida)
  • 1 xícara de água gelada
  • 300 gramas de carne vermelha ou peixe em cubos
  • 1 pepino sem casca e sementes em cubos
  • 6 rabanetes em cubos
  • 4 cebolinhas cortadas em fatias finas
  • ½ xícara de dill
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • 1 colher de sopa de sal
  • 2 colheres de sopa de mostarda Dijon
  • 2 ovos
  • 1 caixa de creme de leite fresco
Modo de preparo:

Ferva os ovos em água com sal por 17 minutos. Mergulhe os ovos em uma tigela com água gelada por 7 minutos para ajudar a separar as claras das gemas. Tire a casca e fatie os ovos, separando a gema da clara. Corte as claras em cubos e reserve. Coloque as gemas numa tigela grande e acrescente mostarda, açúcar e sal. Misture os ingredientes até formar uma pasta. Em uma batedeira, misture lentamente o kefir e a água até atingir uma consistência pastosa – assegure-se de que os ingredientes estão bem misturados. Para deixar a sopa mais encorpada, acrescente o creme de leite fresco. Adicione o resto dos ingredientes e deixe descansar por pelo menos duas horas antes de servir.

Schi de vegetais

Quase todo mundo conhece a borsch, a famosa sopa de beterraba de origem ucraniana. No caso da schi, sopa típica da Rússia, um dos pratos mais antigos da culinária russa, em vez de adicionar beterrabas, cozinha-se apenas o repolho fresco (ou em conserva) em caldo de carne. Para finalizar o prato, basta decorá-lo com um ovo cozido.

Ingredientes:

  • 500 g de carne bovina
  • 500 g de repolho
  • 1 cenoura
  • 1 ou 2 cebolas
  • 1 colher de sopa de extrato de tomate
  • 3 batatas
  • 2 colheres de sopa de óleo
  • 1/2 maço de ervas aromáticas a gosto
  • 1 ou 2 folhas de louro a gosto
  • Alho a gosto (de dois a quatro dentes)
  • Pimenta a gosto
  • 1/2 colher de sopa de sal
Modo de preparo:

Coloque a carne em uma panela, cubra com água e leve ao fogo até a fervura. Em seguida, cozinhe o caldo em fogo baixo por cerca de uma hora. Para o caldo ficar cheio de aroma, pode-se também acrescentar pimenta-do-reino e folhas de louro. Enquanto o caldo cozinha, prepare os outros legumes: corte a cebola em cubos e rale a cenoura.

Quando o caldo estiver pronto, retire a carne e corte-a em fatias. Aqueça uma frigideira, despeje óleo e refogue a cenoura e a cebola em fogo médio por um a dois minutos. Acrescente o extrato de tomate (ou os tomates frescos pelados e picados). Refogue a mistura por mais cinco a sete minutos, mexendo sempre.  Corte o repolho em tiras e as batatas em cubos. Coloque-os no caldo e leve para ferver. Adicione a cebola, a cenoura e os tomates e deixe a sopa ferver por mais 15 a 20 minutos em fogo brando. Acrescente a carne em fatias ao caldo pouco antes do fim do cozimento. Se quiser, pode-se também pode adicionar ervas aromáticas picadas e/ou alho espremido com sal.

Pelmêni de pato

Esse prato é uma espécie de ravióli tradicionalmente recheado com carne bovina (é possível encontrá-lo feito com carne suína, de alce, javali, carneiro, peixe e pato). O segredo da receita está em deixar a massa o mais fina possível e não permitir que os pelmêni se abram ou grudem uns nos outros enquanto estão sendo cozidos.

Ingredientes:

Para a massa:

  • 350g de farinha
  • 1 ovo
  • ½ colher de sobremesa de sal
  • 4 colheres de sopa de coalhada e/ou de manteiga derretida (por prato a ser servido)

Para o recheio:

  • 500 g de carne picada
  • 1 ou 2 cebolas médias bem picadas
  • 2 dentes de alho bem picados
  • Sal e pimenta a gosto
Modo de preparo:

Faça uma massa compacta misturando a farinha, o ovo, o sal e ½ copo de água. Deixe-a repousar de 20 a 30 minutos. Estique-a sobre uma superfície enfarinhada de modo que fique bem fina. Com uma xícara de borda fina, corte-a em círculos de aproximadamente 8 cm de diâmetro. Coloque um pouco do recheio previamente misturado à mão no centro de cada círculo. Dobre a massa, pressionando suas bordas. Cozinhe os pelmêni em água fervente com sal durante cerca de 5 minutos. Quando começarem a subir à superfície, baixe o fogo e deixe-os na água por mais 2 ou 3 minutos. Tire-os com uma concha e sirva-os com a manteiga derretida e/ou com a coalhada.

Kholodets

O nome vem de “kholod” (“frio”, em russo) e refere-se ao fato de ser servido gelado. Considerado o acompanhamento ideal da vodca, é servido como entrada, acompanhado por frios, ou como prato principal. É sempre degustado com generosas porções de raiz-forte ou de mostarda e acompanhado por um molho de rabanete.

Ingredientes:

  • 2 ossobucos
  • 1 cenoura fatiada
  • 2 ovos cozidos fatiados
  • 2 a 3 dentes de alho
  • 1 a 2 colheres (de chá) de pimenta moída
  • 1 a 2 colheres (de chá) de sal
Modo de preparo:

Limpe completamente os ossobucos com uma escova. Coloque-os numa panela com água e aqueça em fogo alto. Depois de ferver bem, várias camadas de espuma vão subir à superfície da água (primeiro cinzas, depois brancas). Retire-as com uma escumadeira. Quando a espuma cessar, cubra a panela com uma tampa e deixe uma fresta para que o vapor escape. Abaixe o fogo e deixe cozinhar até que a carne esteja soltando do osso e a água fique com uma cor branca leitosa. Isso geralmente leva de 2 a 3 horas. É muito importante não tirar o caldo do fogo cedo demais. Acrescente sal.

Coe o caldo em outra panela, separando-o da carne. Coloque as fatias de ovos e de cenouras cruas em uma forma de alumínio com 5 a 8 centímetros de profundidade. Corte a carne em pequenos pedaços e coloque na forma. Para dar mais sabor ao kholodets, retire o tutano do osso e misture com a carne.

Coloque o alho moído no caldo. Acrescente a pimenta. Coloque o caldo na travessa de alumínio e deixe resfriar. Refrigere durante 24 horas, sem colocar no freezer. Um bom kholodets deve ter uma consistência sólida, um pouco mais firme que a da gelatina. Enfeite com salsinha. Corte em pedaços quadrados e sirva com uma porção de mostarda ou raiz-forte.

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Dia Mundial do Gim: aprenda a história da bebida e drinques deliciosos

Neste sábado (9) é comemorado o Dia Mundial do Gim, data de celebração da cultura em torno da bebida destilada que vem liderando a tendência da mixologia internacional.

Pouca gente sabe, mas o gim foi criado no século XVII pelo médico e professor holandês Francisco de la Boie como um remédio para amenizar problemas renais. Durante a Guerra dos 30 anos, a bebida se popularizou entre os soldados ingleses como uma forma de espantar o frio e, de lá pra cá, seu consumo só tem aumentado ao redor do mundo.

A fórmula que é engarrafada e distribuída em todo o mundo leva, além do zimbro, ervas e temperos como milho, cevada, canela, centeio, coentro e cardamomo. Apesar de ter sido uma bebida de grande sucesso na década de 80, o gim caiu em ostracismo com a chegada dos anos 90 e a busca por bebidas mais práticas e prontas para beber. Nos anos 2000, chefs de cozinha passaram a acrescentar algumas receitas com a bebida no cardápio e o sucesso foi instantâneo.

Apesar de todos os gins terem a mesma base, os fabricantes costumam fazer suas próprias alterações nas receitas, que permitem a criação de estilos completamente diferentes. Um gim pode ser:

Clássico: seco, com sabor predominante do zimbro e toques cítricos e picantes.

Cítrico: com notas de laranja, tangerina, limão ou grapefruit.

Aromático: forte presença de especiarias e notas de canela, coentro, cardamomo e noz-moscada.

Herbal: com aromas de ervas, como tomilho, hortelã, alecrim e manjericão.

Floral: com aromas de flores e frutos, como flor de uva verde, cassis, violeta e jasmin.

Selecionamos oito receitas deliciosas para mostrar a versatilidade desse destilado, confira!

8 receitas para celebrar o Dia Mundial do Gim
Gim & Tônica
Ingredientes
  • 50 ml de gim
  • 2 rodelas de limão siciliano ou tahiti
  • Água tônica na quantidade necessária para completar a taça
  • 1 ramo de alecrim para decorar
  • Gelo a gosto
Modo de preparo

Coloque o gelo no copo e acrescente todos os ingredientes. Decore com alecrim e sirva.

Gimlet
Ingredientes
  • 60 ml de gim
  • 25 ml de suco de limão espremido na hora
  • 5 ml de xarope de açúcar
  • Gelo
  • Uma taça de Martini
Modo de preparo

Coloque gelo numa coqueteleira e adicione os ingredientes. Bata e sirva coado e sem gelo na taça previamente gelada.

Negroni
Ingredientes
  • 50 ml de gim
  • 50 ml de bitter
  • 50 ml de vermute rosé doce
Modo de preparo

Coloque o gelo no copo, acrescente uma parte de cada um dos três ingredientes e mexa um pouco com uma colher.  Sirva em copo old fashioned com duas ou três pedras de gelo.

Safron Martini
Ingredientes
  • 40 ml de gim aromatizado com açafrão
  • 30 ml de vermute branco
  • 20 ml de suco de limão siciliano
Modo de preparo

Em um recipiente, misture o gim, o vermute e o suco de limão. Passe um pedacinho da casca do limão na parte de dentro da borda do copo para que fique mais cítrico. Passe a mistura para o copo e decore com a casca do limão.

Rose Cucumber
Ingredientes
  • 75 ml de gim
  • 200 ml de água tônica
  • Gotas de bitter
  • 2 fatias de casca de pepino
  • 2 pétalas de rosa
  • Gelo
Modo de preparo

Em um recipiente, misture o gim, a água tônica e o bitter. Em um copo, coloque o gelo, as fatias de pepino e as pétalas de rosa. Preencha com a mistura de gim.

French 75
Ingredientes
  • 60 ml de gim
  • 20 ml de suco de limão siciliano
  • 1 dash de xarope simples
  • 1 cereja em calda
  • 1 colher (chá) de calda de cereja
  • Espumante
  • Xarope simples feito com 1 xícara de açúcar e 1 xícara de água
Modo de preparo

Para o xarope, em uma panela ferva a água e o açúcar até obter uma calda leve. Reserve. Em uma coqueteleira, bata o gim, o suco de limão e o xarope simples. Coloque a mistura em uma taça flute. Complete com espumante. Adicione a calda e a cereja.

Bee’s Knees
Ingredientes
  • 60 ml de gim
  • 20 ml de mel
  • Suco de 1/2 limão siciliano
  • 1/2 rodela de limão siciliano
  • Gelo
Modo de preparo

Em um copo de uísque, misture o mel e o suco de limão como uma colher, formando uma espécie de xarope. Complete com o copo com gelo. Adicione o gim e decore com a 1/2 rodela de limão.

White Scarface
Ingredientes
  • 60 ml de gim
  • 40 ml de ginger ale
  • 40 ml de soda
  • Suco de 1/2 limão siciliano
  • Casca de limão e açúcar de baunilha para decorar
  • Gelo
Modo de preparo

Em uma coqueteleira, bata o gim e o suco de limão. Em um copo, use a parte suculenta da casca do limão para passar na borda do copo. Depois, encoste a borda no açúcar de baunilha, criando uma crosta fininha em volta. Preencha com gelo e adicione a mistura da coqueteleira.  Coloque o ginger ale e a soda. Decore com a casca de limão.

Ah, e lembre-se: a tônica sempre deve estar gelada. Se estiver quente, o drinque vai ficar mais doce e menos gaseificado.

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Ama vinhos? Então você precisa se hospedar nesse castelo na Itália

É amante de vinhos e está sem destino para as próximas férias? Conheça o Castello di Semivicoli, localizado em Chieti, província italiana da região de Abruzos. O castelo é propriedade da família Masciarelli, produtora de vinhos conhecida na região.

Saiba mais sobre o castelo

Construído entre os séculos 17 e 18, o Castello di Semivicoli recebe, desde 2009, turistas entusiastas de vinhos em seus 11 quartos. O responsável pela arquitetura local é Lelio Orio di Zio, famoso por reformar construções históricas.

Em épocas de colheita, os hóspedes são convidados a participar, ajudando a escolher as uvas e aprendendo tudo sobre as plantações e os processos de produção da bebida.

A melhor forma de chegar ao castelo é de carro. A viagem de Roma a Chieti dura cerca de três horas.

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Vida amorosa pode afetar gosto por vinhos

Pesquisadores da Universidade de Wrocław, na Polônia, e de TU Dresden, na Alemanha, testaram as preferências de sabores e aromas de 100 casais cujos relacionamentos variavam entre três meses e 45 anos. Eles descobriram que quanto mais longo era o relacionamento, mais semelhantes eram suas preferências de gosto e de cheiro.

Relacionamento x preferências

Cada participante foi convidado a provar 38 amostras de aromas, que incluíam fragrâncias como eucalipto, butanol, toranja, carne defumada e caramelo. Os pesquisadores também dissolveram amostras de cada um dos cinco gostos básicos – doce, azedo, salgado, amargo e umami – e pulverizou as soluções na língua de cada um. Os participantes avaliaram cada amostra com notas de 1 (gosto muito) a 5 (não gosto nada).

Segundo os cientistas, é a primeira vez que um estudo explora as mudanças na percepção quimiosensorial relacionadas à duração do relacionamento. Essas preferências impactam diretamente na preferência por certos tipos de bebida, como o vinho.

A pesquisa foi publicada no jornal de ciência comportamental Appetite.

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Vinho pode melhorar fluência em línguas estrangeiras

Um estudo publicado pelo Journal of Pharmacology afirma que beber uma pequena quantidade de álcool pode melhorar a fluência em línguas estrangeiras.

A pesquisa, realizada por um grupo de cientistas do Reino Unido, Alemanha e Holanda, recrutou 50 falantes nativos de alemão da Universidade de Maastricht. Cada participante aprendeu a ler, escrever e falar em holandês, e passou por um exame para demonstrar seu aprendizado.

Eles foram convidados a realizar uma conversa gravada de dois minutos em holandês com um entrevistador. Antes do bate-papo, metade recebeu um pouco de água para beber, enquanto os outros receberam vinho. Após a conversa, os participantes classificaram suas próprias performances com base no vocabulário, pronúncia, escolha de palavras, compreensão, fluência e qualidade geral.

Após a conclusão dos testes, as conversas foram avaliadas por falantes nativos e aqueles que consumiram álcool foram significativamente melhores do que o grupo de controle, especialmente quando se tratava de pronúncia.

Os autores do estudo especulam que as propriedades de redução da tensão do álcool podem ajudar a aliviar a ansiedade da fala, associada a sentimentos de desconforto e apreensão ao aprender ou usar outra língua. Curioso, não?

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Pesquisa vai investigar como a rolha envelhece

Um grupo de pesquisadores da UC Davis, nos Estados Unidos, planejou um estudo que deve durar 100 anos para descobrir como a rolha de cortiça muda com o passar dos anos na garrafa.

“Basicamente, passa por uma rolha de cortiça natural um miligrama de oxigênio por ano. Um miligrama de oxigênio não parece muito, mas ele quebra 4 mg de sulfitos. A adição comum de sulfitos no engarrafamento para proteger o vinho da oxidação geralmente é de cerca de 20-25 mg/litro. Se a cada ano 1 mg de oxigênio entra e quebra 4 mg de sulfitos, após cinco ou seis anos, o vinho já não tem proteção contra a oxidação. Se você olhar para isso, você pode pensar que dentro de 20 anos o vinho pode ser destruído pela oxidação. Mas isso não é o que vemos acontecer”, argumentou o professor de viticultura e enologia, Andy Waterhouse.

Segundo Waterhouse, é possível que as rolhas sofram uma mudança celular para reduzir gradualmente o fluxo de oxigênio para zero ou perto disso. Para testar a teoria, a UC Davis está usando meio barril de Cabernet Sauvignon premium, que ficará “parado” por um século. “Engarrafamos vinho suficiente para testar três garrafas a cada período pré-determinado”, declarou.

O primeiro conjunto de três garrafas será aberto em dois anos. Os vinhos serão avaliados em relação à oxidação e ao nível de sulfitos restantes – e, claro, as rolhas também serão testadas. Os testes serão repetidos de cinco em cinco anos.

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